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Refrigeração de PCs e o gabinete Gamer II Blue Eye: ainda é uma boa escolha

segunda-feira, outubro 19th, 2009

Recentemente tive um problema refrigeração em PC que me fez exercitar todas as boas práticas recomendadas nesta área. A máquina tem uma placa M2N-SLI Deluxe, Althon 64 X2 com TDP de 95W, com cooler box, GeForce 8800GTS, 3 HDs, fonte Seventeam de 600W. O gabinete era um Maxxtro Aries, já com cooler na frente de 12″ e traseiro de 8″. É uma máquina usada pra jogos, e existe a ambição de realizar algum overclock nela. Só por esta descrição já dá pra sentir que algo deveria dar errado, pois é muito hardware para uma solução de refrigeração genérica. Mas vamos ver os passos para solução, que no final comprovaram esta suposição.

1) Identificação dos sintomas: a temperatura de processador passando do nível máximo, e a da placa mãe logo atrás, perto do máximo. Sem a tampa lateral as temperaturas continuavam altas, mas sem ultrapassar. Mas note que isso foi testado no inverno (do Rio de Janeiro). Usar a máquina sem a tampa não é solução aceitável para mim.

2) Tentei arrumar melhor os cabos. Na realidade já estavam razoavelmente bem arrumados, e não havia muito o que fazer. É uma prática que já adoto por padrão. Nenhuma melhoria visível na temperatura, mas pelo menos ficou bonito…

3) Tentei identificar os componentes mais culpados pelo aquecimento: Talvez pudesse abrir mão de algum deles. Pensei logo nos HDs. 3 HDs com certeza geram mais calor que 1. Só que deixando só um HD o problema persistia. Ou seja, nestes casos, só testando que se pode saber com certeza, a intuição sozinha não resolve. Pra encurtar a história, a placa de vídeo era a principal culpada. Trocando por uma placa de vídeo menor (testei a GF 9400), a temperatura ficava dentro dos limites. Mas como é uma máquina usada pra jogos, não poderia abrir mão da 8800GTS e deixar a 9400, que tem uma performance muito pior.

O processador podia ter TDP menor, de 65 ou até 45 W. Sim, mas olhando no mercado, são muitos processadores neste nível de dissipação, ou seja, 95 W também não é nenhum exagero. E no final fiquei com uma dúvida com relação à placa mãe M2N-SLI Deluxe, com o seu sistema de dissipação passivo. Ele é muito bonito, com aquele tubo de cobre brilhante cruzando o meio da placa, mas a temperatura do chipset estava no limite default do BIOS e do Asus probe. De qualquer modo, é apenas uma suspeita. Conclusão dessa etapa: não daria pra retirar nada que pudesse melhorar a temperatura. Podia tentar consolidar os HDs em 1 maior, mas não iria adiantar.

4) Como a temperatura do processador estava estourando com mais frequencia, passei para a troca do cooler do processador. O escolhido foi um Coolermaster Hyper TX3. Realmente adorei o TX3. Silencioso e eficiente, a temperatura do processador nunca mais passou do limite. Mas a do chipset … A temperatura do chipset não chegava no limite porque a do processador chegava antes. Agora sem este limitador, ela ia embora.

5) Voltei o foco pro gabinete. Desde o início este gabinete Maxxtro parecia destoar do resto do PC. Mas eu queria ter certeza disso, e saber porque. Por isso testei tudo e deixei o gabinete para o final. Na verdade, desde que começou este problema lembrei com saudade do gabinete Blue Eye que eu tive alguns anos atrás, que foi o que resolveu o aquecimento de um certo modelo de Pentium 4 que também aquecia em excesso. Vendi este gabinete junto com um PC, com o mesmo Pentium 4. Afinal eles eram a combinação perfeita, nos outros gabinetes que testei, mesmo alguns bem mais caros, o processador sempre entrava em throttling. Bom, mas também não iria escolher um gabinete agora com base num fato de 4 anos atrás. Vamos pesquisar as soluções atuais, deve existir coisa melhor agora…

A primeira coisa que eu fiz foi testar um gabinete que já tenho, um Colermaster Centuriom 5. Bem mais caro e de melhor acabamento que o Maxxtro, não resolveu nada. Várias pesquisas na Internet sobre gabinetes, idas ao Ed. Av. Central, e pesquisas de preços depois, encontrei algumas opções. Uma que me chamou a atenção foi o CoolerMaster nVidia. Se eu não tivesse restrições de orçamento teria comprado esse. Encontrei outros 2 ou 3 interessantes mas que não achei pra vender aqui. E me deparei com o próprio Blue Eye, em um artigo do site Clube do Hardware, falando bem da capacidade de refrigeração e no final colocando-o como produto recomendado. Isso bateu com a minha experiência pessoal anterior. Para quem rejeita a marca Leadership, é interessante notar também que este gabinete é projetado e fabricado por outra empresa, a AeroCool, especializada neste tipo de produto, e fornecido em OEM para a Leadership. ( http://www.aerocool.com.tw/ )

Bom, passei a considerar o Blue Eye novamente. O preço agora, por ser um modelo antigo, estava bem menor, na faixa de 200,00, 1/3 do Coolermaster nVidia. É engraçado que o primeiro Blue Eye eu comprei mais por causa do visual, mas agora ele me parece meio “espalhafatoso”, enfeitado demais, aceso demais… Depois do primeiro Blue eye passei a comprar gabinetes mais sóbrios, embora ainda com estilo. Bom, só que pra não pagar 3x mais só pelo estilo sóbrio, comprei o Blue Eye mesmo. Montei a máquina nele, olhei o Asus probe e, que alivio, aproximadamente 10 graus a menos no processador e no chipset. Testei todos os programas de stress e não consegui fazer as temperaturas chegarem no limite. Beleza, problema resolvido, usando um gabinete feinho de 4 anos atrás.

Na verdade, pra quem rejeita o visual casemod extremo, é muito fácil tornar o Blue Eye mais driscreto. O mais fácil é simplesmente remover a tampa frontal dos drivers, que na minha opinião é a única parte realmente feia desse gabinete. Basta simplesmente colocá-la em uma posição 45% aberta e puxar para cima que ela sai sem nenhum esforço. Isso já muda completamente a cara do gabinete e o torna visual mais “leve”. Esta tampa frontal não proteje quase nada, e dificuta um pouco o acesso ao DVD e ao botão de ligar (e ao de reset também). A única utilidade que consigo pensar para esta tampa é justamente protejer os botões de ligar e reset, mas dependendo da pressa, essa utilidade é justamente o problema. Bom, não joguei a tampa fora, só a deixei de lado, de vez em quando eu a coloco lá. Como acabei me reacosumando com o visual gamer, parei por aí. Mas quem quiser pode trocar a grelha lateral de caveira por outra padrão que custa 10 reais. Os leds azuis podem ser removidos trocando os coolers (e ele não faria mais juz ao Blue do nome…). E tirarando a alça de cima, aí o estilo fica quase “careta”, salvo apenas pela turbina frontal que não dá pra esconder. Mas essa turbina, diga-se de passagem é o grande trunfo técnico do Blu Eye. Vejamos porque.

Saindo da estética e voltando à refrigeração, a “turbina” na realidade é meio estética sim, mas não completamente. O efeito de turbina nada mais é do que um conjuto de pás que giram impulsionadas pelo fluxo de ar do fan de 12″ frontal. Este fan é que realmente coloca ar pra dentro, as pás são puro apelo visual. Mas ainda assim o fato é que, ao contrário da maioria dos gabinetes, aqui a abertura para entrada de ar frontal é quase completa, está liberada. Note que nos gabinetes mais convencionais existe um fan dianteiro, mas na frente dele geralmente existe uma chapa com alguns furos (mais chapa que furos), uma grade, uma espuma, a tampa da frente (muitas vezes sem furos!), etc. Quer dizer, tudo isso limitando a entrada de ar.

No Blue Eye, não, só existe uma grade bem aberta na frente da turbina (mais furos que metal). As pás da turbina, que como foi dito são estéticas, são também uma solução genial para esconder as pás enormes do fan de 12″, não tão bonitinhas, sem prejudicar a entrada de ar. Resumindo, basta por a mão na frente para sentir o fluxo de ar intenso. Coloque a mão na frente do seu gabinete, na posição do fan dianteiro, e se sentir algum leve fluxo de ar pode até ficar feliz, pois não é dos piores, mas é privavel que não sinta ar nenhum passando. Além disso em comparação com o Maxxtro, por exemplo, o Blue Eye tem mais espaço interno para a circulação de ar. Ele é mais largo, 20 cm contra 18,4 do Maxxtro. E por fim, outros detalhes como antradas de ar nas tampas, abertura maior no fan traseiro e lateral também, etc, tornam o Blue eye bem mais eficiente do ponto de vista térmico. Problema resolvido e entendido.

Quanto ao Maxxtro Aries que sobrou, vou utilizá-lo para fazer casemod de verdade, e não o comprado pronto como o Blue Eye. Não é só por hobby, vou tentar resolver alguns dos problemas que falei antes, removendo os obstáculos à entrada e saída de ar. A solução não é tão difícil, basta serrar a chapa na posição onde estão os furos e aparafurar uma grelha. Na traseira vou trocar o fan de 8″ por um de 9. Depois com calma vou tentar abrir uma janela de acrílico na lateral (isto sim, só estética). Só que com certeza não vai ficar tão bom quanto o Blue Eye, pois o Aries tem limitações, como a largura e consequentemente o espaço interno por exemplo, que só fazendo outro pra eliminar. As dicas aqui são a ótima relação custo benefício do Blue eye neste momento e, mais genéricamente, para jamais desconsiderar a importância do gabinete em PCs de alta dissipação termica.

Teclado Logitech G15

sábado, julho 12th, 2008

O Logitech G15 é um teclado voltado para gamers, mas que também se mostra interessante para qualquer usuário exigente. O teclado de um PC quebrou, e precisei substituir. Boa oportunidade para sair do básico e agregar algumas características que considero essenciais em um teclado, que é talvez o periférico com que mais se interage num PC, seguido do mouse, vídeo e caixas de som. Procurando realizar o velho sonho de ter um teclado com retro-iluminação, que possibilita o uso no escuro total, acabei achando este produto da Logitech. O G15 tem 3 opções de iluminação das teclas: nenhuma, média ou alta. O tom laranja da iluminação pode não agradar a qualquer um, mas para mim ficou perfeita.

O teclado possui também um pequeno painel LCD na parte de cima, também iluminado em laranja, na qual podem ser exibidas informações de aplicações instaladas dentro do software da Logitech, que acompanha o produto. Já são incluidos um medidor de performance (uso da RAM e CPU), um relógio/data, cronômetros, e perfis que exibem informações durante a partida de alguns jogos previstos pela Logitech. Por exemplo, ao rodar o Command and Conquer 3 são exibidas informações sobre a partida (unidades, recursos utilizados, etc.). Melhor mesmo seria poder escolher quais informações do jogo são mostradas. De um modo geral acho o relógio e os medidores de performance mais úteis, já que eles não poderiam ser mostrados pelos seus aplicativos normais (task manager e a task bar) quando se está jogando em full-screen. Um relógio pode parecer algo bobo, mas poupa espaço na mesa ao dispensar um relogio externo do lado do monitor, e relógio é essencial. Quem nunca perdeu a noção do tempo jogando? :-) Podem ser instalados mais aplicativos, que podem ser pesquisados em http://www.logitech.com/gamepanel, onde também existe uma lista dos jogos e demais aplicações compatíveis com o painel, como o fraps e o software de VoIP Ventrilo.

A disposição e tamanho das teclas é padrão, com layout US-International, sem mudanças inesperadas. O DEL está onde se espera. A única novidade, tirando as teclas padrão e as teclas multimidia em cima é a coluna de 6 teclas G1 a G6 à esquerda, que podem ser usadas para executar macros. O teclado não é ABNT2, o que é bom pra uns, ruim para outros e indiferente para os demais. Já fui mais preocupado com isso, e hoje acabei me acostumando aos dois, US e ABNT. Este é o segundo teclado não ABNT que comprei por não querer abrir mão de outros benefícios. Enfim, atualmente espero que o sistema operacional trate as mudanças de layout e tento me adaptar ao US ou ABNT que aparece pela frente. Duro mesmo é ficar procurando as teclas DEL, TAB, etc…
A parte de cima do teclado contém um bom conjunto de botões para multimidia, chave para bloqueio da tecla Windows (importante, porque se pressionada acidentalmente pode fechar a tela fullscreen de um jogo, o que pode ser fatal…), controle do som, incluindo volume, controle de macros, controle do nível de iluminação e do painel. Controle de volume é outro detalhe que não dá para abrir mão em um teclado doméstico. À frente do painel temos duas saidas USB, uma delas creio que é perfeita para ligar um mouse, e com isso reduzir a fiação passando para trás do PC. Por falar em organizaçào de cabos, o G15 possui também um sistema de canaletas em baixo para facilitar a organização dos cabos.

Acho que não preciso mencionar a qualidade dos produtos da Logitech. A sensação de toque é muito boa, transmitindo segurança na resposta tátil, quer dizer, a sensação de ter realmente pressionado a tecla, e sem que cada teclada seja barulhenta (dá pra jogar com fones sem incomodar a casa toda). Quando o G15 está apagado as letras ficam em um tom meio cinza que não é feio, mas tem pouco contraste. Como os caracteres também são relativamente pequenos, a combinação de tamanho e cor das letras resulta em uma visualização que poderia ser melhor. Isso só afetaria quem olha para o teclado ao digitar, e pode ser facilmente resolvido acendendo a retro-alimentação. Foi o único ponto negativo que achei no produto, e mesmo assim meio subjetivo. Concluindo, recomendo o G15 para qualquer um que deseje um teclado de excelente qualidade. Meu medo agora é ficar mal acostumado.
Leia mais sobre o G15 no site da Logitech.

Fritando um ovo na GeForce 9800 GX2

sábado, junho 14th, 2008

Conhece aquela expressão “esta CPU está tão quente que daria pra fritar um ovo”? Pois bem, um usuário bem humorado resolveu fazer o teste, e fritou um ovo, literalmente, em cima de uma placa de vídeo GeForce 9800 GX2.
Veja o vídeo no Youtube:

Esse tipo de coisa que me faz pensar quando se está indo longe demais em busca de performance em um computador. Comecei a ficar alerta na época do Pentium 4, cujas últimas versões eram reconhecidas pelo aquecimento e alto consumo. E pior, com comportamento instável e irregular, pois em caso de aquecimento a CPU entrava em trhottling, baixando a performance, para impedir a queima do componente. A Intel acabou por parar a linha de evolução do P4, substituida por outra tecnologia totalmente diferente, que nos desktops virou a Core 2 Duo, bem mais eficiente, ou seja, gastando menos energia e aquecendo proporcionalmente menos, para uma performance até melhor.

A área de placas de vídeo está passando por uma situação parecida. A ATI e nVidia não medem esforços para criar produtos para os fans de jogos e de hardware, que estão sempre querendo a melhor máquina e não medem gastos para obtê-la. Até que ponto vale a pena? Se fosse uma escolha racional, talvez pouquissimos PCs acabassem com uma placa destas, apenas aqueles que realmente precisassem rodar algum software gráfico mais pesado. Como não é, qualquer jogador pode pegar uma placa destas só pra obter mais frames por segundo nos últimos jogos lançados. E tem gente que nem joga tanto, mas por gostar de hardware vai quer ter uma máquina assim pelo simples prazer.

Nada contra. Apenas lembro que se uma placa destas não é barata, ela também vai requerer um investimento adicional em gabinete melhor, maior e mais ventilado, uma fonte de alimentação mais robusta, um projeto térmico no gabinete bem pensado, não só entupindo a máquina de coolers imensos, mas arrumando os cabos e posicionando componentes, e nos piores casos, um ar-condicionado pra manter o ambiente em menos de 35 graus no verão do Brasil…

Será esse cara do vídeo comeu todos estes ovos? Note no vídeo que são ovos diferentes… além de excesso de calor na placa de vídeo, ele está se exagerando também no colesterol. Mas o que impediria de fazer uns legumes cozidos na GF 9800?

GeekBench, o benchmark multiplataforma

quinta-feira, maio 22nd, 2008

De que adianta investir pesado num PC top se não puder compará-lo com o dos amigos para provar a supremacia da sua máquina? Ok, este não é o raciocínio de uma pessoa normal. É um raciocínio de geek. E para atender a este desejo existe o GeekBench.

Mas este programa não é totalmente supérfluo como pode parecer pela minha introdução. Na realidade benchmarks são ferramentas úteis para avaliar computadores. Eles produzem um índice padronizado, um número, que informa a performance da máquina. Por ser padronizado permite comparar as máquinas diferentes de forma justa. E comparar também um mesmo PC, depois de alterações de upgrade.

Existem benchmarks especializados em gráficos, como o 3D Mark e o Aquamark, em cálculos, em programas de escritório, etc. O GeekBench é um benchmark genérico, ou seja, mede diversos aspectos do PC de forma equillibrada, sem especialização em nenhum. E tem pouco foco nos gráficos. A grande vantagem do GeekBench no entanto é ser multiplataforma. Agora donos de PC e de Mac pode finalmente tirar a limpo as alegações sobre qual plataforma é melhor. Há versões para Mac OS, Windows, Linux e Solaris.

A propósito, o PCzinho básico que eu uso pra escrever e acessar Internet a maior parte do tempo cravou 1652. Configuração: Athlon 64 3500+ Gigabyte GA-K8N51GMF-9 1 Gb RAM (2×512 Mb dual channel) Placa de video GeForce 6200 (Xfx) HD 160 Gb SATA2, tudo isso no Windows XP. Quando tiver um tempo vou testar em outros PC mais poderosos, usados para jogos e virtualização.

E para facilitar as comparações na comunidade geek, o programa permite fazer um upload dos resultados para o site do GeekBench. Estes resultados ficam armazenados lá e associados a sua conta, podendo ser acessados por qualquer um que tenha o link para o resultado. Por exemplo, a máquina acima gerou um resultado que pode ser acessado em:
http://browse.geekbench.ca/geekbench2/view/59101

Este sistema permite também manter um histórico dos resultados de sua máquina depois de cada mudança de upgrade. A criação de contas é gratuita. O produto na versão trial só permite benchmarks em 32 bits.

Fonte: http://www.primatelabs.ca/geekbench/index.html

Asus apresenta placa-mãe top com Linux em firmware

sábado, maio 17th, 2008

A Asus apresentou nesta última sexta-feita, dia 16, uma placa-mãe da série “de luxe”, a P5Q, com uma série de tecnologias inovadoras. Entre elas está o Express Gate, que nada mais é do que um sistema operacional simplificado baseado em Linux que carrega em poucos segundos programas úteis para Internet, como Web Browser, Intant Messenger, Youtube e clientes de email.

A placa também tem sistema de economia de energia que detecta a carga da CPU em tempo real e atua sobre a fonte de alimentação de forma apropriada. Além disto são incluídas características de segurança na P5Q para assegurar segurança física e dos arquivos. A placa vem com sistemas de proteção contra descargas eletrostáticas e sobre-correntes. O programa Drive Xpert encoraja a sintonia fina de performance dos HDs e o backup dos arquivos. E o programa Data Guardian protege os dados do usuário por meio do chip TPM e chave de criptografia. Nas fotos pode-se também identificar o sistema de refrigeração passivo para os chipsets, utilizados na suas motherboards mais sofisticadas da Asus, que garante maior silêncio na operação da máquina e conforto para o usuário.

A Asus ainda não divulgou o preço e a data de lançamento desta série de placas.

Fonte: http://www.electronista.com/