Archive for the ‘rts games’ Category

Starcraft 2: primeiras impressões

quarta-feira, julho 28th, 2010

Já estou jogando Starcraft 2! Depois de saber que tem upgrade da versão 6 meses para ilimitada, como disse no post anterior, mudei a idéia de comprar apenas a ilimitada, que expus a dois posts atrás, quando ainda não sabia disto… e comprei a caixinha de 6 meses mesmo. No final, se eu comprar o upgrade daqui a 6 meses, o que é muito provável, o custo final será aproximadamente o mesmo e eu só pagarei a segunda parcela depois.

E também pesou na escolha o prazer que ainda tenho de comprar um produto físico ao vivo, com a gratificação imediata de levar aquele troféuzinho comigo. E pensei, é bom aproveitar enquanto ainda existe isso, pois tenho quase como certo que o futuro é compras por downloads. E pesou também o tempo de download do arquivo de instalação, que atualmente nas conexões atuais ainda não é desprezível, e menos ainda pra mim com minha conexão atual de 1 Mbps (por motivos que não vem ao caso aqui…). Enfim, foi a forma mais rápida de ter o SC2 instalado nas minhas atuais condições, isto é fato.

Quem está pensando em comprar por download, saiba que na caixa não vem nada indispensável. O livrinho não é realmente um manual. Só dá as instruções sobre configuração do PC e instalação, nas outras páginas conta história do passado do jogo e inclui desenhos artísticos. Mas a caixinha também inclui dois passes livres para testar o jogo por 14 dias (ou 7 horas no total, o que acabar primeiro), para distribuir para dois amigos que possam ter interesse. E o benefício final da caixinha é ficar em exposição lá na estante, junto com os outros jogos da Blizzard. A versão em DVD vendida no Brasil é dublada em português. Ao entrar no site não vi como fazer download da versão em inglẽs, apenas português e espanhol. Talvez pelo fato de ter registrado um serial vendido aqui. Só que não entendi porque não deixam baixar a versão em inglês, independentemente de onde se comprou o serial: fica aqui registrada a minha indignação quanto a isto. Mas a dublagem em português não está ruim, está muito melhor que a feita para o SC1, que era realmente péssima. Mas no SC1 depois deixaram baixar o client em inglês!

Na realidade, neste exato momento eu fiz os tutoriais, um jogo online (ganhei, por incrível que pareça) e o primeiro passo da campanha. E aqui vão minhas primeiras impressões a algumas dicas simples sobre o que eu já vi. Primeiro, sobre a instalação via DVD, é meio lenta mesmo. Durante a instalação a tela mostra informações sobre a história dos títulos anteriores, para quem não fez ou para relembrar. Basta ir avançando ou retrocedendo com as setas laterais. Mas claro, quem ainda não fez o SC1 e expansão, e ainda quer fazer, talvez queira ignorar estas telas cheias de spoilers… :)

A configuração recomendada que vem no livrinho que acompanha o DVD fala em uma placa nVidia GTX 8800, que é justamente a que eu tenho, então fiquei tranquilo, e rodou muito bem. A configuração do PC que já uso há quase 3 anos para jogar é a seguinte: Athlon 64 X2/ 5000+, 4 GB RAM DDR2 800 em dual channel, e a dita placa de vídeo. Não é nenhum super PC hoje em dia, até pelo contrário, seria quase um entry level a não ser pelo vídeo. A boa notícia então é que tudo rodou com performance excelente com quase tudo no máximo num PC médio (na realidade até o momento aceitei a configuração de vídeo do jogo que foi sugerida e vi como tinha ficado com quase tudo máximo, mas depois vou tentar melhorar o que falta e posto os resultados). Logo, não é um jogo muito pesado. Mas ainda assim é bom notar que quem está jogando o Starcraft 1 no seu PC antigo com vídeo onboard ou no notebook poderá ter sérias dificuldades se instalar o Sc2. Outro detalhe sobre o PC é que o jogo roda em Windows XP, mas a configuração recomendada só fala em Vista e Windows 7. Isto se deve provavelmente ao Direct X. O mínimo suportado é o 9.0c, mas no Vista em diante as funções do DX 10 devem ser ativadas. Ah, e no mesmo DVD vem com a versão para Mac também. Faltou só a versão Linux … Estou usando por enquanto Windows XP SP3, e ficou muito bom. Tenho um PC com Vista mas sem placa de vídeo decente, e quando for possível farei a comparação.

Ao contrário do Sc1, o SC2 só rola se for conectado na Internet. Tem que logar até pra fazer a campanha. O ambiente é todo integrado, com um instant messenger que funciona mesmo no single player, e existe até a opção de logar no Facebook para importar contatos. Em compensação, pode guardar o DVD na estante, pois ele não é necessário para jogar. A interface é excelente, e conseguiu  se manter simples mesmo com grande quantidade de recursos disponíveis. Notei imediatamente a ênfase em guardar as conquistas do usuário na conta, uma tendência atual que ajuda a fidelizar o gamer. Não sei ainda se todo o progresso da campanha fica armazenado online, mas eu chutaria que sim, até pelo fato do jogo limitar em apenas um personagem persistente a ser criado, que não pode ser alterado depois. Isso difere bastante o SC 1 e do Warcraft 3, em que se podia criar infinitas contas, mas que não guardavam quase nada e eram excluídas por inatividade depois de alguns meses. Então pense bem no nome que vai cadastrar.. aqueles nomes engraçadinhos de trocadilhos podem parecer patéticos depois de um tempo. Para quem conhece o Age 3, é o mesmo esquema. Tenho sentimentos contraditórios com relação a isso, prós e contras, etc. Mas de qualquer modo, escolhi um nome simples e neutro, fiquei até surpreso de estar disponível, e espero não me arrepender.

Tanto a interface quanto o jogo em si estão muito fiéis ao jogo original, e isso deve agradar muito os fans históricos da série. Foi uma boa renovação, sem perder a tradição. Um equilíbrio perfeito com as novidades e evolução técnica. As facções são as mesmas, as unidades em grande parte também. Como os gráficos melhoraram a fluidez da movimentação é muito melhor, pois o Sc1 nem era 3D. Venceu o bom gosto. Ainda sobre interface, na campanha é interessante explorar bem todos os objetos que estão na cena do bar. Passando com o cursor pode-se identificar quais são interativos. No player por exemplo pode-se trocar a música, as notícias da TV são sensíveis ao ponto que se está na campanha, e por aí vai.

Em resumo, quem adorava o SC1 provavelmente vai se emocionar com o Sc2. Tem tudo pra ser mais um sucesso da Blizzard, e o título RTS que estamos precisando para movimentar esta modalidade, que está meio parada e fragmentada em vários jogos ou antigos ou abandonados pelo desenvolvedor. Quanto a este último ponto, quem resolver embarcar no SC2 pode contar com o histórico da Blizzard de qualidade e em manter o suporte por décadas (vide SC1 e Warcraft 3).

Starcraft 2: novidades sobre preços e formas de pagamento

quinta-feira, julho 22nd, 2010

Complementando o que foi dito no post anterior sobre o lançamento Starcraft 2, mais algumas informações sobre os preços e formas de pagamento do SC2 em território nacional. Primeiramente, segundo uma notícia do portal G1 Tecnologia, haverá sim a possibilidade de pagar mais R$ 70,00 e fazer o upgrade da versão limitada para ilimitada. Esta era uma dúvida colocada neste post anterior, no qual tinha assumido a pior hipótese de que não haveria esta possibilidade. Um alívio, mesmo para mim que já estou decidido pela ilimitada, pois seria uma decepção ver a Blizzard cometer um equivoco desses.

Este upgrade se dará pelo site, utilizando cartão de crédito. E mais, quem preferir a mensalidade depois dos 6 meses, esta será em torno de R$ 10,00. A versão completa custara em torno de 105,00 reais. Achei os preços bem honestos e condizentes com o histórico de jogos de qualidade por aqui.  E lembrando, faltam apenas 6 dias para o lançamento oficial.

Poucos dias para o lançamento de Starcraft 2

sexta-feira, julho 16th, 2010

A tão aguardada continuação de Starcraft está prevista para 27 de julho de 2010, daqui a pouco mais de 10 dias. A esta altura a maioria dos fans já estão sabendo dos fatos básicos: no Brasil será vendida por R$ 49,00, com direito a 6 meses de uso. E isto tanto para o single player quanto para o multiplayer.

Mais alguns detalhes acabam de ser revelados: será possível comprar e baixar a versão ilimitada, igual a que é vendida no resto do mundo, pela loja online da Blizzard. E haverá também uma versão para colecionador. Veja abaixo a caixa do jogo, na qual diz explicitamente: “inclui 6 meses de jogo individual e jogo em grupo”. Depois de 6 meses para tudo, até o singleplayer.

Starcraft 2 - Wings of Liberty

Starcraft 2 - Wings of Liberty

Depois de 6 meses o gamer terá que comprar mais tempo pelo site, extensões de mais 30 ou 60 dias. Não li em nenhum lugar se haverá possibilidade de upgrade da limitada para a ilimitada depois da compra, então eu assumiria que não.

Ora, minha experiência como jogador de RTS é que 6 meses não dá pra nada. Ou melhor, se o jogo for realmente bom, e tudo indica que será, 6 meses é muito pouco, e com certeza var deixar com vontade de jogar mais, e pagar mais. Outro ponto a levar em conta é que a vida útil de um RTS de sucesso é de vários anos. Até hoje se joga Starcraft e Warcraft 3, e principalmente neste último são dezenas de milhares de pessoas online todo dia. Isto depois de 8 anos do lançamento (do War 3 original).  Se ao contrário o jogo for fraco e enjoar em menos de 6 meses, então melhor nem chegar perto, pra que perder tempo com mais um RTS ruim? Um terceiro argumento é que o preço é desporporcional. Ora, como vimos, dá pra jogar um RTS de sucesso da Blizzard online por quase 1o anos pagando um preço médio de 100,00 (custo aproximado do Warcraft 3 na época do lançamento). Então porque pagar metade  disso por apenas 6 meses? Eu, se comprar, vou de ilimitada, mesmo pagando mais.

Asian Dynasties, TAD, recebe patch 1.03

sábado, junho 12th, 2010

O Age of Empires III – The Asian Dynasties recebeu este mês mais um patch, o 1.03. Parece que não há alterações de balanceamento. O objetivo deste patch é compatibilizar com a versão de download direto. Mas há dois pontos interessantes nele. Um é que finalmente permite jogar sem o CD! E o outro é justamente a tendência dos jogos recebidos diretamente pela Internet. A Microsoft agora também tem sua lojinha online para download direto.

E a mídia ótica, CD ou DVD, finalmente vai morrendo… parte dos RTS principais já são disponíveis sem CD/DVD. O Stracraft, se fizer o download pelo battle.net, o Warcraft III, depois do patch ou pela bnet também, Company of  Heroes, Warhammer 40K, e agora, o Age 3.  O patch é baixado automáticamente pelo jogo, na conexão com o ESO, ou por download manual, pelo site oficial: http://www.ensemblestudios.com/

EA libera os dois primeiros Command and Conquer da série Tiberium para download gratuito

domingo, fevereiro 14th, 2010

O lançamento do próximo “Command and Conquer – Tiberium Twilight” , o quarto da série “Tiberium”, está próximo (previsto para meados de março). Nele veremos mais um capítulo da saga do lider Kane e seus fanáticos contra os exércitos da GDI. A estória é uma continuação do não tão antigo Command and Conquer 3 (Tiberium Wars e Kane’s Wrath), de 2007-2009. Mas quem perdeu dos dois primeiros títulos, que começam em 1995, agora não tem mais desculpa para não conhecer toda a história deste universo paralelo. A EA acaba de liberar o download gratuito dos dois primeiros jogos: “Command and Conquer: Tiberium Dawn”, e mais o segundo e sua expansão: “Tiberium Sun” e “Firestorm”. Os downloads podem ser encontrados neste link da página oficial do CnC:

http://www.commandandconquer.com/classic

Nesta página também está disponível o download do primeiro Red Alert. Para garantir, já fiz download dos dois primeiros Tiberium. Quem decidir baixar certifique-se antes de ter um bom gerenciador de downloads ativado (como o BitComet por exemplo, que além de P2P também é ótimo para isso). Os arquivos são grandes e em caso de parada é sempre bom poder recomeçar.

Algumas curiosidades sobre estas versões. Eles ainda estão com a marca da antiga desenvolvedora, a Westwood Studios, que foi depois adquirida pela EA. Os gráficos são bem da época, pois os dois jogos são antigos e deve-se dar o devido desconto. O primeiro é completamente 2D, e o segundo é 2D com uma perspectiva 3D semelhante ao Age 2. Em compensação, estes títulos rodam em qualquer máquina. Quem é fan do CnC e de RTS em geral não deve se importar muito com gráficos datados. O CnC original, que pode ser baixado agora, foi um dos títulos mais influentes para definir a modalidade RTS. Pode-se notar no entanto que mesmo com poucos recursos gráficos o jogo não abria mão desde o início das cenas gravadas com atores reais (cut scenes). Abrindo um parentesis sobre isso, abaixo imagem de uma Cutscene na qual Kane aperece em uma cena de outro universo parelelo, o do Red Alert (logo atrás do Stalin)! Será que isso vai ser aproveitado em algum roteiro no futuro, como uma junção entre o Tiberium e do Red Alert?

Kane_with_Stalin

Pode-se notar que o download do primeiro CnC vem dividido em dois CDs (no caso os ISOs, que tem que ser queimados em mídia ou montados em drive virtual). Sim, é isso mesmo, na caixa do jogo original vinha um CD para cada campanha, e com um detalhe interessante. Quem comprava apenas uma cópia podia jogar com um amigo em rede no multiplayer, cada um com um dos CDs, tudo legalmente. Isso já foi formando a personalidade multiplayer do CnC (e do RTS) desde sua origem.


Open beta do Command and Conquer 4 está disponível

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010

CnC4PublicBetaGamespot

O período open beta do ‘Command and Conquer 4: Tiberium Twilight’ já começou. Para ter acesso, é preciso estar cadastrado no serviço Gamespot (muita gente já está, já que ele é uma das formas mais fáceis de obter patches, depois que eles agregaram o site 3dgamers).   Este é o link para acesso direto ao beta. O C&C4 promete ser o capítulo final do segmento Tiberium do C&C e da saga do Kane.

BattleForge: RTS, MMO ou Card Game?

quarta-feira, julho 1st, 2009

No que dá a fusão das categorias de jogos RTS, MMO e Card Game? Basta jogar o Battle Forge (BF), produzido pela EA/Phenomic, pra conferir. Ele é tudo isso ao mesmo tempo. E o que é melhor, dá pra jogar de graça. Inicialmente vendido como título comercial, agora a versão client é grátis, chamada “Play4Free”, com direito a toda a funcionalidade liberada. Sendo um jogo de excelente acabamento gráfico (incluindo suporte a DX10), e acesso aos servidores MMO, como eles sustentam o jogo? Bom, basicamente, com a venda de BattleForge points… se continua confuso, leia abaixo!

No BattleForge o RTS funciona todo na base das cartas. Cada carta corresponde a unidades, construções ou poderes. O jogador constrói decks de até 20 cartas, podendo misturar as cartas de várias facções (embora me pareça ruim misturar mais de 2). Cada uma das quatro facções, Frost, Fire, Nature e Shadow, tem uma cor (azul, laranja, verde e roxo, respectivamente) e um conjunto de cartas desta cor. Então cada jogador pode ter forças completamente customizadas, e com isso surpreender o oponente, evitando as tediosas receitas da maioria dos RTS.

O estilo de jogo é rápido, comparável aos demais RTS atuais. As unidades são evocadas instantâneamente, em qualquer área do mapa sob controle, e os prédios e spells também. Existe um tempo para as unidades adquirirem força máxima. A economia se restringe a dominar fontes de energia, fazendo uma construção neste ponto. Eles fornecem energia em taxa constante, sendo este o único recurso. A tecnologia evolui com o domínio dos “Orbs”, um outro tipo de construção, o monumento, que possui uma esfera de uma das cores das facções. Funciona assim: cada carta requer para ser ativada uma quantidade de energia, que será consumida, e como pré-requisito requisito o domínio de um ou mais Orbs, de cor específica da facção e em número total de orbs. Ou seja, é crucial dominar estes pontos do mapa para melhorar as forças, defendê-los e tentar tomar os do adversário. Lembra Warhammer 40.000 e Company of Heroes. Não existe o tradicional modo skirmish, o que reduz a importância da IA. Em compensação existe uma espécie de arena, para se testar as cartas contra os oponentes, como se fosse um laboratório.

Até agora tudo parece um RTS. Mas ai éntra o lado MMO: primeiro, toda a evolução do jogador é registrada online, de forma persistente. O jogo é dividido em PvE e PvP, como nos MMORPGs. O PvE (player versus environment) é a campanha, que tem cenários singleplayer e cooperativos para dois ou quatro jogadores. Mas só acessível online, como nos MMORPGs. E o modo PvP, jogagor contra jogador, com direito a ranking e ELO rating. Outra semelhança com o MMORPG são os itens e gold recolhidos durante as partidas. O gold não foi mencionado como recurso do RTS porque ele realmente não é usado durante as partidas. O gold serve para upgrade de cartas e pagar taxa de envio de mensagens. Os upgrades permitem melhorar as cartas e elevar o level do deck. Não se recebe cartas como prêmios nas partidas, apenas upgrade de cartas.

E por fim, temos o lado o card game do BF. Ao comprar o jogo em versão retail, recebe-se uma quantidade de Battleforge points, usada para comprar cartas, que serão agrupadas em decks. Começando pela versão Play4Free (a gratuita), obtém-se inicialmente 32 cartas, o que é bem menos do que se podia comprar na versão paga, e nenhum BF point. Os BF points são a moeda do jogo, com a qual se pod obter cartas ou pacotes especiais de cartas, os booster packs e tomes. Na verdade, a caixa original do jogo se tornou apenas um pacote de BF points. O que não é tão ruim, pois os BF points continuam tendo o mesmo valor e sendo vendidos. A idéia é que os jogadores colecionem as cartas e procurem aquelas mais importantes para as suas estratégias. O jogo tem uma seção trade, na qual se pode leiloar as cartas desnecessárias. Além disto, a negociação pode ser direta entre usuários, anexando as cartas ou gold no sistema de mensagens dentro do jogo.

Por fim a última novidade: o jogo ficou gratuito. Na realidade, ao que parece a EA resolveu focar na venda dos BF points, ou de pacotes de cartas, o que dá no mesmo, pois a única forma de adquirir cartas oficialmente é com BF points. De novo, é um modelo parecido com RPG, como o WoW, onde o cliente do jogo é gratuito, e paga-se apenas mensalidade. No battle forge não há mensalidade também, mas espera-se que o usuário se sinta tentado a comprar os BF points para progredir mais rapidamente adquirindo cartas. A diferença entre comprar a versão retail e a Play4Free é descrita abaixo. Em teoria, o jogador Play4Free pode ter acesso a tudo, embora com mais dificuldade.

Ao baixar a versão Play4Free o jogador ganha 32 cartas, e nenhum BF point. O jogo vem parcialmente bloqueado até que o usuário chegue a level 4 no PvE ou level 10 no PvP. Isso não é difícil, obtive em umas 4 horas. A partir daí a única diferença da versão retail é que tenho zero BF points. Mas os BF points adicionais podem ser adquiridos do site do jogo, da mesma forma que os usuários pagos, ou pela venda de cartas, no sistema de leilão do jogo. As cartas por sua vez são distribuídas em quantidade muito diferente. Com isto elas se classificam como comuns, incomuns, raras e ultra-raras. Um site que descreve todas as cartas é o http://www.bfcards.info/. Nem é preciso dizer que quanto mais raras, maior o valor obtido no leilão. O próprio leilão é mais uma dimensão do jogo.

Inicialmente a venda de cartas no leilão para quem entra via Play4Free não faz sentido, já que se recebe o mínimo, e o valor destas cartas é mínimo também, pois são muito comuns. Mas há como negociar cartas com usuários por fora do leilão, trocando por gold, por exemplo, e não por BFP, e enviando a carta e o gold pelo email do jogo (com certo risco, pois pode haver calote de uma das partes. O leilão, ao contrário, é garantido). Você pode enviar (e receber) carta ou gold para qualquer usuário. Resumindo, a diferença é que o usuário pago recebe um generoso pacote de BF points e o Play4Free não. Este último pode continuar sem pagar indefinidamente, tentando obter as coisas de graça dos outros jogadores, ou em troca de gold, ou partir para adquirir BF points adicionais no site da EA. Mesmo o jogador pago pode precisar de BF points, pois o pacote inicial também não dá pra comprar tudo. A compra de BFPs no site da EA requer cartão internacional ou Paypal. Existe um pacote de pontos vendido em lojas, mas não no Brasil. Na verdade existe todo um mercado paralelo de sites e até comunidades no Orkut que vende pontos, cobrando por depósito em conta, etc. Neste momento já devem existir pessoas se dedicando ao “gold farming” de BFPs… Basta entrar no jogo para começar a receber as mensagens de propaganda pelo chat. Eu particularmente não gosto deste tipo de solução, mas pode ser uma opção para quem não tem cartão internacional.

É certamente um jogo inovador em vários sentidos, tanto na fusão de modalidades como no modelo de negócios. Liberando o jogo para download, a EA consegue uma boa população online inicial, o que é fundamental para o sucesso de qualquer MMO. E na verdade dá pra se divertir um bom tempo via Play4Free, como comprovei. Os mais entusiamados podem continuar colecionando cartas, na base dos BF points, o que equivale a comprar um título + expansão. Os mais viciados ainda comprarão os “tomes” mensalmente (não necessáriamente desenbolsando dinheiro real com isso, pois pode-se lucrar BF points apenas negociando as cartas dos tomes). É interessante que no BF existe um segmento de preço para cada nível de comprometimento que o usuário deseje ter com o jogo, e não um custo único. De qualquer modo, se tudo isso der certo e a EA conseguir convencer parte dos jogadores de RTS a aderir a um sistema de custos que não seja compra de caixa + 1 ou duas expansões, pode ser o início de uma nova era no segmento RTS.

Pegue o client do jogo em http://www.battleforge.com/.

Anunciado elenco do Red Alert 3

quarta-feira, agosto 20th, 2008

A EA anunciou esta semana o elenco do novo título do Command and Conquer, o Red Alert 3. A série é conhecida por incluir um enredo da campanha recheado por “cut scenes” filmadas. No Tiberium Wars e Kane’s Wrath tivemos a atuação de Joe Kucan como Kane. Agora a EA traz o elenco mais expressivo até agora, com atores conhecidos provenientes de cinema e seriados de TV, como Star Wars (George Takei), LOST(Andrew Divoff) e Heroes. Confira a lista abaixo:

“The cast of Command & Conquer Red Alert 3 follows (in alphabetical order by last name): Gemma Atkinson (the UK’s Hollyoaks), Tim Curry (Rocky Horror Picture Show, The Hunt for Red October), Andrew Divoff (LOST), Kelly Hu (X2, The Scorpion King), Jenny McCarthy (Scream 3, former Playboy Playmate of the Year), Ivana Milicevic (Casino Royale), Jonathan Pryce (Pirates of the Caribbean), J.K. Simmons (Spider-Man, Juno), Autumn Reeser (The OC), Peter Stormare (Prison Break, Armageddon), George Takei (Star Trek, Heroes), and two of the most recognizable names in competitive mixed martial arts Randy “The Natural” Couture (former UFC Heavyweight champion) and Gina “Conviction” Carano (Undefeated Elite XC fighter, American Gladiators).”

Confirmadas as versões para PC e xBox 360, além da tradicional edição especial (agora “Premier Edition”) contendo material exclusivo. A previsão é para o final do ano.

Preview do Command and Conquer Red Alert 3 – Parte 1

sexta-feira, agosto 15th, 2008

Como prometido, fiz uma força pra me afastar da frente dos jogos RTS e começar a escrever um preview do Red Alert 3. Vai ser por partes, o que é bom até pra ir incluindo o que eu for descobrindo ao longo do tempo.

Bom, estou com a versão beta, como dito no post anterior, que tem apenas a funcionalidade multiplayer. Não há um modo skirmish, pra jogar contra o PC. Isso dificulta conhecer o jogo, pois dependendo do oponente a partida não dura muito… Outra limitação que não entendi foi não poder assistir aos recorded games. Os servidores também não estão mantendo as estatísticas das partidas. São todas unranked. E a campanha, obviamente que eles não iam liberar no beta. A propósito, pela foto que eu vi da atriz escalada, Gemma Atkinson, valerá a pena fazer a campanha…

No mais o funcionamento do multiplayer é completo. Joguei uma meia dúzia de partidas com os aliados. O que percebi dos jogos deve ser entendido como a visão de alguém que só jogou o CnC3 TW e KW, e não toda a franquia CnC. Logo, tendo a comparar com estes dois últimos títulos. Um dos meus oponentes, muito bom por sinal, quando questionei como ele já estava tão bom no jogo, me respondeu que a série CnC é sempre igual… bom, em parte sim. Mas para mim as diferenças do Red Alert para o TW/KW são marcantes.
Primeiro uma pausa pra falar do visual. A verdade é que as telas do Red Alert 3 que vi em revistas e sites me assustaram um pouco. Muito coloridas e estilizadas, me pareciam um Simcity simplificado. Bom, de fato o jogo tem um estilo visual bem diferente do sombrio Tiberium Wars (e KW também). Mas em jogo aquilo funciona bem. Até o momento não senti aversão nenhuma pelos gráficos do jogo. Pelo contrário, eles são da dimensão exata para visualização e controle mais precisos. Notei quanto a isto várias coisas. Uma, que o zoom é limitado, ou seja, não tem aquele super zoom do Company of Heroes, que fica quase no nível de um jogo de tiro, e dá pra ver se o cordão do sapato do soldado está desamarrado, e nem aquela visão mais distante do Tiberium Wars, onde a batalha parece um formigueiro (não sei se os leitores de cidade grande conhecem um formigueiro ao vivo, mas á a melhor analogia que conheço…).
Tenho uma leve impressão de que eles estão direcionando o jogo para competir diretamente com o Starcraft 2, pois vejo muitas semelhanças nos mapas e no visual, e até na forma como as unidades se movimentam. Outra semelhança é que reduziram a quantidade de unidades possíveis. Primeiro, porque o fluxo de recursos é menor. Depois, o tempo de criação das unidades é maior. E depois, porque não dá pra esperar a formação de muita tropa se o rush está pra vir. Além do mais, não tive como testar isso, mas da forma como os mapas são, eles ficariam congestionados se fosse feita um fração da quantidade de unidades que normalmente faço no CnC3 TW.

A escolha sobre onde aplicar os recursos me pareceu mais cruel do que nunca. Ou evolui as tecnologias e fica sem defesas ou faz tres ou quatro unidades e não avança tecnologia … Além disso, não há esquadrões comoo TW e no CoH. Cada unidade de infantaria é controlada separadamente, a menos é claro que seja incluída em algum grupo. É um jogo mais microgerenciado, de novo emparelhando com o Starcraft.

Vou parando por aqui no momento. Aguardem novos capítulos da saga com o Red Alert 3. Mas antes deixo uma dúvida. Fontes não oficiais dizem que o beta acaba no meio de setembro. Alguém tem mais informação sobre isso?

Dentro da fase beta do Red Alert 3

sexta-feira, agosto 8th, 2008

E não é que eu realmente recebi a key do Red Alert 3 beta? Foi hoje, estou baixando o executável neste momento, e dentro de … deixa ver … pouco menos de 2 horas, deve estar no meu HD. Para quem aind vai participar do programa beta, mas está esperando a key, uma coisa que pode ser adiantada é criar uma conta no FilePlanet. Pode ser free mesmo. Daí recebendo o email é só partir pro download.

O email contém uma key única e uma série de instruções. Logo no início já avisa que podem existir bugs e desbalanceamentos. Isto é normal em um produto beta. O objetivo é justamente contar com o feedback da comunidade para eliminar estes problemas. Do ponto de vista do jogador a vantagem é já ir conhecendo o jogo antes da versão final, além de ajudar a melhorar o jogo.

Portanto, quem ainda não recebeu aguarde, que a key vai chegar! Assim que eu começar a jogar estarei postando as impressões sobre o jogo aqui no blog tecnolimits.

Vídeo da EA sobre o Red Alert 3

terça-feira, agosto 5th, 2008

O CnC: Red Alert 3 está atualmente em fase beta, e alguns jogadores que registraram a chave que veio no Kane’s Wrath já estão jogando. Tenho notícias de que a quantidade de bugs ainda está muito grande, mas a fase beta é justamente para limar estes problemas. Enquanto isso, a EA liberou um episódio do Command School (#10) que descreve em detalhes como vai ser o Red Alert 3, e ainda dá algumas dicas de jogo:

http://outerspace.ig.com.br/interno.php?area=ostv&cod_ostv=5624

Beta test do Red Alert 3 deve começar em breve

domingo, julho 27th, 2008

Acabei de receber um email da EA informando para aguardar para breve o início do Beta Test do Red Alert 3. Para quem não acompanha a série Command and Conquer, quem comprou a expansão Kane’s Wrath do CnC3 recebeu um número serial para o RA3. Eu cadastrei este número há alguns meses e na última sexta-feira recebi o primeiro email sobre o assunto. Meu erro foi não ter cadastrado logo que comprei o game, pois é dito que a liberação do acesso será pela ordem de cadastro… e eu só fiz isto há uns 2 meses atrás, quando tive que enviar caixa do Kane’s Wrath de volta para a EA. Isto já é outra estória: o meu DVD rachou, e eu acredito que por causa da própria caixa do jogo, e tive que trocá-lo… antes de enviar o material resolvi garantir o cadastro no beta do Red Alert. E aqui vai uma dica: cuidado ao usar a caixa original do Kane’s Wrath para guardar o jogo. O plástico da caixa me parece muito rigido, e acaba forçando muito o orifício central do DVD. Agora eu estou guardando o DVD em um envelope separado, parecido com o que veio no CnC3 Tiberium Wars.

Review sobre o Command & Conquer 3: Kane’s Wrath no Gamespot

quarta-feira, abril 2nd, 2008

O portal de jogos Gamespot acaba de publicar um review sobre o Command & Conquer 3: Kane’s Wrath. Leia aqui. A nota final foi 7.5. Interessante é que eles confirmaram muitas das minhas impressões em post anterior, no qual eu tinha acabado de instalar e explorado o jogo por aproximadamente uma hora… Bom, agora estou na metade da campanha (missão 6 ou 7, e são 13 missões no total), e minha idéia continua a mesma: o jogo não mudou em jogabilidade, apenas acrescentou novas facções e unidades. Considerando o modo de conquista global, que ainda não vi, mas que o review do Gamespot comenta de forma pouco entusiástica, e que a campanha é relativamente pequena, concluo também que há pouco conteúdo para o jogador casual.

Já para o jogador online, para quem gosta de torneios ou até quem está de olha numa vaga no WCG, a expansão acaba sendo quase obrigatória, como sempre acontece com qualquer RTS: “tem que comprar porque é a versão que será usada”. Por sinal, me aventurei pelo modo online do KW e constatei que pelo menos por enquanto o nível dos jogadores está alto. Ou só os experts realmente se interessaram pela expansão, ou ainda não deu tempo para os iniciantes botarem as mãos no jogo. De todo modo, a expansão parece ser mais para os fans da série, que não podem perder nenhum capítulo, e jogadores online.

O que é um RTS game?

sábado, março 29th, 2008

Quem está meio por fora do mundo dos jogos de computador deve estar se perguntando: o que é exatamente um RTS game? Quem gosta de jogos de estratégia vai aproveitar o artigo abaixo, que explica de um modo simples o que são afinal os jogos RTS. Você pode ser um RTS gamer há tempos sem saber!

RTS é a sigla de Real Time Strategy, ou estratégia em tempo real. São jogos focados na estratégia e… são em tempo real! A forma mais fácil de explicar o que é um jogo de tempo real sem entrar na terminologia da informática é dizer que jogo em tempo real é o oposto de jogo “por turnos”, ou seja, jogo em que cada jogador espera a sua vez (turno). Nos jogos em tempo real é o oposto, cada jogador vai dando suas ordens sem esperar por nada. São geralmente jogos de guerra em que cada lado tem seus exércitos, seus recursos ecônomicos e suas bases, e tenta eliminar os oponentes, ou obter sobre eles alguma vantagem definida pelo jogo como sendo a condição de vitória.

Muito provavelmente você já pode ter ouvido falar de algum jogo, ou talvez até jogado, sem reconhecer que era um RTS. Representantes muito conhecidos deste gênero de jogo são a série Command & Conquer (Tiberium Wars, Generals), a série Age of Empires (I, II, III), Age of Mythology, Starcraft, Warcraft I, II e III, Rise of Nations (e Legends), Warhammer 40.000: Dawn of War, Company of Heroes, Battle for Middle Earth II, etc.

RTS X RTT

RTS são jogos focados na estratégia. RTT é um jogo focado na tática. Um jogo RTT elimina tudo que não é tático do controle do usuário. Economia, obtenção de recursos, desenvolvimento tecnólogico, construção de bases ou cidades, nada disso faz parte de um RTT, no qual a ênfase é controlar as unidades nas batalhas. Um bom exemplo de RTT atual é o World in Conflict. Neste, além de retirados os itens listados acima, no multiplayer o jogador ainda é incentivado a jogar em equipe e se especializar em apenas um tipo de unidade (infantaria, blindados, helicopteros, etc). Ou seja, cada jogador controla muito menos detalhes e eventos do que num RTS. Na prática, alguns RTS tendem para o lado tático (como o Warhammer 40K Dawn of War e o Warcraft), sem deixarem de ser estratégicos.

Microgerenciamento x Macrogerenciamento

Muito se ouvirá falar também de microgerenciamento (ou simplesmente “micro”) e macrogerenciamento. Microgerenciamento se refere ao controle de unidades (uma unidade militar, ou seja, um soldado, tanque blindado, navio de guerra, etc) em particular, por exemplo, tomarconta do que um soldado, ou grupo de soldados, está fazendo, ou protegê-lo, enviar ordens diretas a eles para atacar, recuar, mudar de formação. A atenção a essas coisas consome tempo e esforço, em detrimento do andamento do resto do jogo.

O macrogerenciamento como o nome indica é o controle de tudo no jogo, de um nivel mais abrangente, por exemplo, posicionar todas as tropas em uma região do mapa, alimentar filas de produção de coletores de recursos ou de unidades militares, estabelecendo apenas o ponto de chegada, e tomar as decisões genéricas, do tipo “quantos coletores vou fazer a cada momento e em que percentagem por recurso”, ou quando começar a fazer tropas. O jogador terá que se equilibrar entre o micro e o macrogerenciamentos para obter vantagem nas batalhas sem prejudicar a estratégia global.

Uma boa definição do que é RTS, sua história e desenvolvimento pode ser lida no site da Wikipédia (versão em inglês). Existem muitos sites excelentes para se aprofundar no assunto. Google it!

Este post pode parecer meio básico demais e fora de hora para quem está acompanhando o blog a mais tempo, mas eu explico. Um dos objetivos principais do blog eXtremeRTS é divulgar a modalidade de jogos RTS. Não serão evitadas matérias mais especializadas e técnicas, mas o objetivo não é ser um reduto apenas para os iniciados. Muitos iniciantes de hoje serão os experts de amanhã, e há espaço para todos os interessados, mesmo quem não quer ser expert. Assim a comunidade de jogadores de RTS, fans, clans, torneios, e etc. vai crescendo e se tornando mais interessante para todos.

Vou tentar colocar um link para este post permanentemente na barra lateral do site, para orientar os visitantes. Críticas e sugestões para melhorar este texto são bem vindas. Pretendo também fazer novos posts voltados aos iniciantes. Sugestões de assuntos para isto serão muito bem vindas também.

Command & Conquer 3 Kane’s Wrath já está a venda no Brasil

sexta-feira, março 28th, 2008

A expansão Command & Conquer 3: Kane’s Wrath (CnC3: KW) já pode ser encontrada a partir de hoje a venda em algumas lojas do Brasil. Os preços estão entre 50,00 e 60,00 reais. O CnC3: KW é uma das modalidades do World Cyber Games 2008. Veja a seguir algumas impressões iniciais sobre o jogo.
Comprei a expansão hoje de manhã. O jogo vem em caixa padrão de DVD semi-transparente, e não mais na tradicional caixinha de papelão da EA. Ponto positivo, pois permite tratar melhor o disco. Como dá para notar na foto da caixa ao lado, trocaram o verde pelo vermelho e tons de laranja. Só não descobri ainda se há Tiberio laranja… Acho que a EA poderia ter seguido a linha do BFME2, com original verde e expansão azul, ainda mais porque o Tiberio normal é verde e o mais concentrado é azul… uma analogia perfeita, mas preferiram vermelho, o pessoal de marketing deve estar metido neste decisão … Mas uma coisa eles fizeram igual ao BFME2: a tela inicial da expansão é muito mais feia do que a do original, onde aparecia aquele mapa mundial. Trocaram o mapa pelo desenho estático dessa criatura aí na metade de baixo da caixa (ao lado).
Quanto ao jogo em si, notei que incluíram um modo conquista do mundo (igual a de outros RTS), e as facções originais foram desdobradas em mais duas, totalizando 3 de cada lado, ou nove facções independentes… Confesso que eu tinha entendido outra coisa. Pensei que deveria ser escolhida uma das 3 facções e em seguida uma sub-facção dentro do jogo, como o Age of Mythology e seus deuses primários e secundários. Da forma como foi feito não muda tanto quanto eu esperava. Além disto, como toda expansão que se preza, temos unidades novas para as facções antigas.
E aquela nova interface circular para escolha de unidades? Bom, ou ela não existe (e era tudo boato mesmo) ou está bem escondida. Mas boato não era, pois eu vi no “C&C TV”, no site oficial do C&C… bom, por enquanto estou supondo que não tive tempo ainda de achar. Pela partida skirmish que joguei, me pareceu que a jogabilidade não mudou quase nada. Caso realmente não tenha interface nova citada aí em cima, então para o jogador mais sério voltado ao multiplayer esta expansão é apenas mais civilizações, mais unidades, e consequentemente, mais necessidade de rebalancear tudo isso! Mas o jogador casual vai querer jogar a campanha nova e a conquista do mundo, e terá muito o que explorar nesta expansão.
Lembrando que esses comentários são o resultado de pouco mais de uma hora com o jogo, são apenas as primeiras impressões. Penso que o melhor seria uma série de posts analisando o Kane’s Wrath. Aguardem.

Iron Lore, desenvolvedora do Soulstorm, fecha as portas

sábado, março 22nd, 2008

A Iron Lore Entertainment (ILE) fechou as portas, ou como eles dizem no site, “cessou as atividades de desenvolvimentos de jogos”. O fato relevante é que eles acabaram de desenvolver a expansão “Soulstorm” do Warhammer 40K Dawn of War, a qual já comentei aqui no eXtremeRTS. Li primeiramente sobre isso no blog de Bruce Shelley (que é o líder do desenvolvimento do Age III):

http://www.ensemblestudios.com/blogs/bshelley/default.aspx

E posteriormente comprovei no site da Iron Lore:

http://www.ironlore.com/

A notícia lança uma sombra de dúvidas sobre a expansão Soulstorm. Ainda não sei se e como isso afetaria o suporte deste jogo. Pode ser que já esteja tudo planejado para o suporte passar para a Relic/THQ, que fez as versões anteriores do W40K:DoW. Mas pode ser também que isso indique problemas na própria THQ. Estou cada vez mais preocupado com um mundo de jogos eletrônicos para PC dominado unicamente pela EA!

A verdade é que ainda não pude colocar minhas mãos no Soulstorm. Pelas notas da crítica o jogo está razoável (média de 7.3 entre 13 críticos, fonte: Gamespot). Mas agora eu vou me informar melhor antes de investir tempo e dinheiro nele. A julgar pelo site oficial do Warhammer 40K Dawn of War, está tudo normal:

www.dawnofwargame.com/homepage.php

Recomendo aos fans do DoW uma visita a este site. Notei que eles unificaram os sites do DoW original e das expansões. Antes as informações estavam dispersas em vários sites sem muita comunicação, por exemplo, a descrição de uma facção só estava no site da expansão onde ela foi introduzida. Também atualizaram a organização, melhorando muito a coerência e a navegação. Um jogo tão bom merecia um site à altura.

PS: (editado algumas horas depois)
Fiz alguma pesquisa na Internet e constatei que em todas as propagandas do Soulstorm, inclusive na caixa, está constando o nome da Relic, e mais nenhuma referência à Iron Lore, como se fazia a alguns meses antes. Só no site da Iron Lore é que ainda é dito que ela é a desenvolvedora do jogo… Bom, como a empresa acabou este site também não deve durar pra sempre, então parece que a preocupação que descrevi aí acima vai se perder no tempo… é como se este fato nunca tivesse ocorrido. Não é um modo prático como as coisas são resolvidas neste mundo digital? :-) Bom, mas o que importa é que parece que o Soulstorm vai continuar normalmente.

Notas

terça-feira, março 11th, 2008

- A expansão “Soulstorm” do Warhammer 40K já foi lançada, e está disponível para os consumidores brasileiros através do Steam. Para quem não conhece:
http://www.steampowered.com/

- O WCG ainda não divulgou as modalidades do evento deste ano, cujas finais serão em Colonia, na Alemanha. É irritante, pois já estamos quase no meio de março.

- E o patch do TAD já está em fase de testes, e é esperado para daqui a duas semanas. As notas da versão podem ser lidas aqui:
http://www.agecommunity.com/ypatch1_01.aspx

Esta lista só fala em balanceamento, mas as alterações são extensas, e cobrem quase todas as civilizações.

Início de ano meio devagar, mas com algumas baixas

domingo, março 2nd, 2008

Um início de ano sem muitas novidades no mundo RTS. Até o momento não saiu a lista de jogos do WCG 2008. E já estamos em março. Isso praticamente evita que jogadores escolham um jogo para começar a treinar com o objetivo de ir ao WCG. Ou seja, quem já joga um dos jogos que será escolhido leva imensa vantagem. Jogadores bons, mas que jogam outros jogos, não terão muito tempo para aprender um novo. Isso é muito ruim, por excluir talentos e também por deixar de promover os jogos.

Para quem gosta, está prometida ainda para o início deste ano a expansão do C&C 3, o Kane’s Wrath. Alguns falam em 24 de março, este mês. Para mim o C&C3 continua sendo bom de jogar, mas com um sistema de estatísticas online sujeito a trapaças. Acho que nem metade das minhas vitórias contou nas estatísticas. Porque a expansão seria diferente? De qualquer modo, ela deve ter um efeito de esvaziamento do original, e aí cada jogador de C&C3 terá que escolher entre uma das três opções: jogar o original com menos gente, ir pra expansão ou parar de jogar … Com certeza a primeira não é pra mim. Ou vou pra expansão ou paro de jogar online. E por causa das trapaças estou jogando muito menos C&C 3 online…

Comprei o World in Conflict (WiC). Este jogo é geralmente classificado como RTS, mas na realidade é um RTT (real time tatics). A produtora o considera assim internamente. De fato, nada de economia, nem tecnologias, nem base, nem construções. Não é um RTS como o conhecemos, e tendo a aderir à classificação de RTT. Mas nem por isso o jogo é ruim, pelo contrário. Até onde eu vi o jogo é excelente. O modo online é voltado para jogar em equipes. É uma espécie de Counter Strike de estratégia, joga-se normalmente em 5v5. Embora não seja um RTS e sim RTT, estarei falando do WiC aqui no blog sempre que possível, não apenas pela qualidade do jogo, mas por ser de estratégia em tempo real, e considerado como RTS pelo mercado em geral. E mais uma notícia do WiC: depois da versão PC, espera-se para breve versões para Playstation 3 e xBox 360. O mundo dos jogos está cada vez mais multiplataforma!

Por fim uma nota triste. O site rtsgames.com.br está a mais de uma semana fora do ar. Não sei o que está acontecendo com eles, se isso é temporário ou se acabou mesmo. De qualquer modo, a comunidade RTS brasileira está no momento sem um dos seus principais foruns nacionais. E estas são as baixas: o rtsgames e os RTS gamers que não jogarão o WCG por falta de tempo pra treinar.

Nova tendência em RTS: jogar sem CD

sexta-feira, fevereiro 8th, 2008

Por muito tempo o gênero FPS, ou shooters em primeira pessoa, concentrava a maior parte de jogos com uma caracterísitica para muitos irrelevante, mas que eu considero um sinal de respeito ao consumidor: a possibilidade de jogar sem o CD ou DVD no drive. Agora começamos a ver um número significativo de jogos assim no gênero RTS também, grupo reforçado com a “chegada” do Warcraft III sem CD, a partir do patch 1.21b, tanto do Reign of Chaos quanto do Frozen Throne.

Jogar com o CD no drive tem vários inconvenientes, como o trabalho extra de trocar CDs, procurar o CD pra jogar, a possibilidade de sujar ou arranhar o disco, o desgaste do drive, e etc. E ao lado disso tudo, a certeza que o CD não é técnicamenrte necessário para o jogo funcionar, sendo apenas uma tentativa fracassada de mecanismo anti-pirataria. Fracassada porque qualquer um que queira ser pirata vai achar um crack, ou uma imagem ISO para montar, que elimine o CD, enquanto que os consumidores legalizados vão continuar com o ônus de colocar o CD (pois mesmo quem comprou não está autorizado a usar estes artifícios). Ou seja, os honestos são incomodados e os piratas nada sofrem: é um contra-senso. Sistemas anti-pirataria são aceitáveis, desde que não prejudiquem o consumidor.

O movimento é lento, mas evidente. O primeiro RTS que vi com esta característica foi o Warhammer 40.000: Dawn of War, depois de uma certa versão de patch. Logo depois veio o Company of Heroes, se não me engano desde a versão original. Atualmente estes dois também podem ser obtidos pelo Steam, que obviamente não requer CD. O World in Conflict não requer CD para jogar online (mas precisa para o single player. E agora a grata surpresa: os jogadores de Warcraft III não tem mais que usar CD. Será que o futuro Starcraft 2 vai seguir a tendência? O medo da pirataria é grande, mas eu desejo coragem a eles para se conscientizar do fato que CDs, DVDs ou qualquer outra mídia física estão se tornando obsoletos, e não apenas como meio anti-pirataria. Até como meio de distribuição já existem alternativas bastante convenientes.

E os demais distribuidores, será que não se dão conta do inconveniente que estão impondo aos seus usuários? Séries antigas e tradicionais, como Age of Empires e Command and Conquer ainda estão na idade das trevas. Não levarei em conta a versão DVD do Age I e II (a platinum edition, citada em post anterior aqui no blog) também não requerer CD. Isto porque, além de ser uma edição especial, e de vir tarde demais, os jogadores de Age II Conquerors de hoje que querem jogar online no IGZ já precisam baixar um executável que elimina o CD, e sem a ajuda oficial…

Sempre achei que os FPS sem CD/DVD (e são muitos: Doom, Doom 3, Half-Life, Half-Life 2, Quake 4, UT 2003 e 2004, Counter Strike, etc) eram um reflexo do público alvo ser mais adulto, e os jogos serem mais competitivos. Bom, agora os RTS gamers podem se considerar gente-grande também. E fica a sugestão para que os demais produtores abram os olhos e lancem patches CONSERTANDO os seus jogos.

Age of Empires III – Patch balanceamento sairá em Março

quinta-feira, fevereiro 7th, 2008

Conforme Bruce informou em seu blog , a equipe da Ensenble Studios
está trabalhando em um patch de balanceamento para o TAD , eles estão
trabalhando de perto com um grupo de experientes jogadores da
comunidade, testando idéias, mudanças e investigando problemas.

Estas mudanças deverão ficar prontas no final de fevereiro e em Março
deverá ser lançado o patch finalizado.

Fonte: http://www.agecommunity.com/home_pt.aspx

Os jogos da modalidade RTS utilizados nos campeonatos mundiais em 2008

domingo, janeiro 27th, 2008

Quem acompanha os campeonados de jogos eletrônicos, ou e-sport, e mais especificamente, os de RTS, poderá já ter se perguntado quais jogos serão disputados nos torneios em 2008. Alguns são consenso, outros nem tanto. A maioria das organizadoras de torneios já divulgou os jogos, ou pelo menos indicou quais poderão ser utilizados.

A CPL, Cyberathlete Professional League, esta fazendo eventos com o World in Conflict. Na ESWC, sediada na França, são dois títulos de RTS, Warcraft III e DotA (que também é o War III, sendo um mapa com regras próprias chamado “Defense of the Ancients”).

E por fim temos a WCG, World Cyber Games, é o evento mundial de e-sport mais conhecido no Brasil. O país inclusive vem obtendo bons resultados nele nos anos anteriores, tendo sido segundo colocado no quadro de medalhas em 2007. Apesar de tentar se identificar com as olimpíadas tradicionais, até mesmo no logotipo, a WCG prioriza mais o aspecto cultural e de show, ao passo que a CPL e a ESWC, sem deixarem também de ser show, dão uma certa ênfase à organização e às regras que as tornam mais próximas ao esporte convencional. Percebe-se nos jogos da WCG predominância de títulos novos, enquando que nas outras duas utiliza-se Quake 3 como FPS oficial (que já chegou a ser o Quake 4, mas voltaram atrás levando em conta fatores técnicos). Não consigo imaginar algo assim ocorrendo na WCG, onde temos por exemplo cada novo Need for Speed do ano sendo utilizado no gênero de corridas. Não quero com isso criticar a organização da WCG, mas apenas esclarecer a ênfase de cada evento, e ajustar as expectativas quanto aos títulos escolhidos por eles.

O fato é que a WCG ainda não divulgou até esta data os jogos RTS que farão parte do compeonato. São 8 indicados para jogos RTS em 2008 (na pesquisa oficial que está no site):

Age of Empires III:The Warchiefs ( Age 3:TWC. Nota: e não TAD!)
Command and Conquer 3:Kane´s Wrath (C&C 3: KW)
Company of Heroes:Opposing Fronts (CoH:OF)
Empire Earth III
Starcraft:Brood War (SC:BW)
Starcraft 2 (SC2)
Warcraft III:Frozen Throne (War3:FT)
World in Conflict (WiC)

Então por enquanto só podemos fazer especulações e apostas entre estes 8 jogos. Então vamos especular e apostar, mas tendo em vista alguns dados: primeiro, que em 2007 foram quatro jogos RTS (War3, SC, Age3:TWC e C&C3). Vamos supor então que eles mantenham o número em 4. Depois, lembro que o War3:FT e o SC são super famosos na Coreia, que é o país que organiza o evento, e que o SC está no WCG desde o primeiro e nunca saiu. Se tiram o SC tenho a impressão que a sede da WCG na Coreia será depredada e alguém poderá sair ferido. O War3 também já está lá há alguns anos e tem uma base sólida de jogadores. Vou então apostar que SC e War3 vão ficar, e sobrariam duas vagas.

Eu não apostaria no SC2, porque ainda nem foi divulgada a data de lançamento, e a Blizzard segue a política de só lançar quando está bom (é uma boa política, diga-se de passagem). Agora fica mais difícil, mas eu eliminaria o Empire Earth e o Age 3, o primeiro por falta de popularidade e o segundo por problemas do jogo e por não ser a última expansão. Aliás o TAD, que é a última expansão, ainda carece de um patch para balanceamento, pois até o Bruce Shelley já admitiu que os chineses estão OP.

Sobram 3 jogos da lista que eu acho os mais prováveis para ocupar as duas (supostas) vagas restantes, C&C3, CoH e WiC. Agora é puro chute mesmo, mas eu estou faria uma fézinha no CoH e no WiC. Os dois são aclamados como bons jogos RTS. Já o C&C 3 foi criticado quanto a problemas no multiplayer em 2007. Posteriormente foi lançado um patch pra corrigir, mas o Kane´s Wrath é outro jogo, que ainda não teve tempo de ser experimentado. Eles vão correr este risco? Já o WiC e o CoH:OF já estão aí na batalha por algum tempo. Não seria por falta de testes (e nem por boas opiniões em reviews e entre os jogadores) que o WiC e O CoH:OF não seriam escolhidos. A propósito, existe a votação online, mas eu não creio que os organizadores utilizem o resultado dela cegamente, dentro da mais pura democracia, e sem nenhuma outra consideração. Apesar disso é claro que esta pesquisa deve pesar bastante, ou eles não se dairam ao trabalho e ao custo de fazê-la, mas deve ser um entre vários fatores de decisão.
Emfim, baseado do que foi dito acima, minha aposta para os RTS no WCG 2008 são (por ordem de confiança):

Starcraft:Brood War
Warcraft III:Frozen Throne
World in Conflict
Company of Heroes:Opposing Fronts

Esta é a minha aposta. E se houverem mais vagas: C&C 3 e depois Age 3, nesta ordem. Quem quiser ter a chance de alterar o resultado, ainda dá tempo de votar na pesquisa oficial da WCG, aqui:

http://www.worldcybergames.com/poll/selection2008.asp

Mas eu acho que ainda pode haver algumas surpresas, pois esta pesquisa da WCG não leva em conta o TAD, a última expansão do Age 3, nem o fato do Starcraft 2 ainda não ter previsão. Mas vamos aguardar o anúncio oficial da WCG pra ver quantos pontos eu marco nesta aposta… 50% (2/4) são quase pontos feitos… :-)

E finalmente, juntando tudo, podemos ver que o circuito mundial de RTS em 2008, levando em conta os três eventos internacionais, fica resumido ao seguinte:

Com certeza, pela ESWC e CPL:

World in Conflict
Warcraft III:Frozen Throne (incluindo DotA)

E pelos prováveis do WCG ainda não listados acima:

Starcraft:Brood War
Company of Heroes:Opposing Fronts

Temos 4 jogos no total, ou 5 se considerar o DotA como uma coisa a parte. Possivelmente venha a faltar um ou dois nessa lista depois do anúncio dos jogos oficiais do WCG (um Age 3 ou C&C 3), mas a lista continuará pequena. Quem quer ser internacionalmente famoso e ainda levar alguma grana pra casa, pode ficar satisfeito se é jogador de WiC, SC o WC3, por enquanto. Os jogadores de todos os outros jogos podem se contentar com o prazer de jogar, e talvez, com a alegria de vencer. :-)

The Asian Dynasties Patch

sábado, janeiro 26th, 2008

De acordo com Bruce Shelley, “o patch de balanceamento para o TAD (The Asian Dynasties) sairá no final do inverno americano, e focará principalmente balanceamento para a civilização da China que é no momento a mais popular inclusive a mais jogada em torneios . O jogadore peritos conseguem um exercito considerável aos 6 minutos de jogo e são duros de parar neste momento. Caso não se possa jogar com os Chineses pode-se optar por Holandeses e Sioux que são civilizações muito populares também”.

No meu entendimento tanto Holanda como Sioux deveriam sofrer algum tipo de balanceamento também, pois são civilizações que se não forem atacadas muito cedo, são extremamente difíceis de segurar.

Agora é esperar para ver o que eles vão realizar, e rezar para que não estraguem esta civilização pois é a minha favorita nesta expansão.

De: Blog do Bruce Shelley

Uma terceira expansão para o Warhammer 40.000 Dawn of War: Soulstorm

sábado, janeiro 19th, 2008

Um lançamento esperado para os próximos meses promete dar mais um empurrão ao jogo Warhammer 40.000: Dawn of War. O novo título, chamado “Soulstorm”, será uma expansão stand-alone, ou seja, não requer o DoW:40K original para jogar. Esta nova expansão se junta às anteriores “Winter Assault” e “Dark Crusade” para criar um universo cada vez mais complexo e envolvente.

Serão incluídas mais duas facções, os Dark Eldar e Sisters of Battle. A primeira parece ser o lado negro dos Eldars. Já as Sisters lutam ao lado do Imperador, motivadas pela fé cega. Há informações sugerindo que existirão também unidades aéreas, inclusive para as facções existentes. Dado que cada uma das novas facções terá suas características bem marcantes, como velocidade de ataque e uso de recursos, o balanceamento elas junto com todas as existentes me parece um trabalho cada vez complexo, embora não impossível. Eu desejo boa sorte a eles …

O jogo não será desenvolvido pela Relic, e sim pela Iron Lore. Creio que tal como as anteriores, este jogo não será disponibilizado para venda em lojas no Brasil (espero estar enganado, mas de que adianta se até agora só lançaram o DoW:40k original por aqui? Para se redimir eles teriam que lançar uma “platinum edition” incluindo todas as expansões, antes desta nova). Em todo caso sempre será possível comprá-lo pelo Steam, tal como todos os outros DoW, utilizando um cartão de crédito internacional. O demo já está disponível para download, e a versão final deve chegar ainda na primeira metade de 2008. Enfim, parece que não é só o The Sims que pode ter infinitas expansões.

O DEMO pode ser obtido AQUI.

THQ compra a Big Huge Games

sexta-feira, janeiro 18th, 2008

A BHG (Big Huge Games) é conhecida no mundo RTS por títulos aclamados como o Rise of Legends, Rise of Nations, e a última expansão da série Age Of Empires III, o The Asian Dynasties. Todos estes títulos foram publicados pela Microsoft Game Studios. Mas agora terão o selo da THQ na caixa, que acaba de arrematar a BHG por um valor não divulgado, mas que se estima que tenha sido entre 20 e 40 milhões de dólares. A THQ já publica os jogos da Relic, que desenvolve o Company of Heroes.

Essas fusões e aquisições são normais no mercado, mas fico imaginando porque a Microsoft estaria se desfazendo de desenvolvedoras de jogos. Mas será que isso indica que eles podem perder a ES também? Fico torcendo para vendam a ES para a Blizzard … :-) Por outro lado, como jogador fico com algumas dúvidas mais imediatas: o que acontecerá com a manutenção do TAD? Os patches seriam lançados pela ES, pela BHG, ou o TAD ficará no limbo?

Segundo a reportagem no gamespot, a BHG a partir de agora focará no desenvolvimento de RPGs, e não mais nos RTS que a colocaram no mapa: “Nowhere in the release was there any mention of the RTS titles that put Big Huge Games on the map”. O que é coerente com o fato da THQ já possuir a Relic fazendo RTS, e estratégicamente ser mais vantajoso atacar outra frente de mercado, e não colocar duas desenvolvedoras de RTS próprias brigando entre si. Se este raciocínio estiver certo, teremos realmente menos uma empresa no cenário RTS.

Fonte: Gamespot

Pacotão com os quatro primeiros titulos do Age of Empires por 15,90

quinta-feira, dezembro 27th, 2007

Eu sempre desconfiei que isso fosse acontecer. Há uns dois anos comprei um CD contendo o Age of Empires e a expansão Rise of Rome, legalmente, pela revista FullGames. Fiz isso mesmo já tendo o Age I, mas não tinha mais o Rise of Rome. Na realidade era uma versão do Gold Edition empacotada na FULLGAMES.

Há dois dias atrás andando pela FNAC me deparei com uma outra oferta tentadora. Os dois primeiros Ages, Age of Empires I e II, com as duas respectivas expansões, quatro títulos em um único DVD, por R$ 15,90. E de novo na revista FULLGAMES, número 75. Só pra confirmar, temos o Age of Empires, o Rise of Rome, o Age of Empires II: Age of Kings e o The Conquerors, tudo junto por R$ 15,90. Junto vem uma revista servindo de manual e um encarte com o mapa de teclado e da interface do jogo. Os manuais originais (em inglês) estão no disco também. E existe uma pasta no DVD (Music) com todas as faixas das trilhas sonoras completas dos jogos. Coisa de edição de luxo, e a preço de versão econômica. Na capa lê-se que é uma tal de Collector’s Edition, embora eu não lembre desta versão ter sido comercializada no Brasil.

Comprei, apesar de já ter todos os títulos, pois não deixa de ser um backup bem conveniente, barato e legalizado para os discos das versões originais. Um detalhe interessante é que ao contrário da Gold Edition pode-se instalar cada título separadamemente. Na Gold o Rise of Rome é obrigatóriamente instalado junto, o que pode ser indesejável em algumas situações, como foi pra mim, sem entrar em detalhes no momento. Mais duas vantagens são que os jogos já vem com os últimos patches instalados, e não é preciso mais colocar o CD pra jogar. Agora finalmente posso COLECIONAR os CDs, protegidos nas suas caixas, sem manuseá-los no dia-a-dia. Isso deveria virar lei, ou seja, proibir as empresas distribuidoras de obrigar o uso das mídias originais no drive para jogar, pois já existem outras formas de proteção contra pirataria (e isso no final não impede ninguém).

Trata-se de uma boa oportunidade para quem quer conhecer os títulos anteriores da série “Age of” antes do Mythology. Mas confirma aquela velha teoria de que quem tem paciência geralmente consegue comprar jogos por uma fração do valor original. Vou ficar esperando o disco HD-DVD (ou BlueRay) contendo desde o Age 1, 2, AOM, o 3 e todas as respectivas expansões até o TAD …

Link para o produto

Vencedor do torneio de comemoração dos dez anos da série Age of Empires

quarta-feira, dezembro 19th, 2007

Vocês lembram que em meados de novembro a ES(Ensenble Studios) lançou um torneio em comemoração dos dez anos da série Age of Empires ? O torneio foi encerrado e o vencedor foi o The Vandhaall e a imagem vencedora foi a que mostramos no alto, parte dela já que a imagem é imensa mas de muito bom gosto.
As demais realmente não deveriam nem ter sido classificadas, achei muito pobre em estilo .
Se quiser conferir a vencedora e as demais basta acessar o link http://www.agecommunity.com/home_pt.aspx

Para visualizar a imagem vencedora na íntegra, acesse o link abaixo:

http://img208.imageshack.us/img208/9690/ageimagecontest1sr0.jpg

(para download clicar com botão esquerdo e depois em “Salvar destino como …”
A imagem é grande, é preciso um certo nível de “zoom” e ir rolando na horizontal)

Quero apenas jogar RTS!

sábado, dezembro 15th, 2007

Eu juro que tentei jogar o TAD. O jogo é bonitinho, mas como gostar de um RTS no qual eu não consigo jogar online? O problema é o mesmo que já relatei nos posts anteriores, não acho jogo pela Pesquisa Rápida (Quick Search). Desde o AOM que minha principal, ou melhor, quase a única, fonte de jogos é a pesquisa rápida. E veio Titans, Age 3, TWC, e continuei desta forma, apertando um botão pra jogar. Agora, com o TAD, não sei o que eles na ES fizeram, mas não consigo mais jogar pelo modo automático. É uma pena que o mais recente título da franquia Age seja tão frustante, e por fim, inviável.

Fiz um teste: peguei o AOM original, entrei no ESO. Tinha só umas 500 pessoas, mas arrumei jogo. Ou seja, um jogo com menos de um quarto de pessoas online que o Age 3 eu consigo jogar, e no Age 3 não.

Pois bem, me resta tentar outros campos de batalha… Quero continuar a jogar RTS mesmo que o Age acabe. Estou meio parado no CnC3, porque estou usando um PC no momento em que ele fica muito lento. Mas ainda tenho máquina que o rode (por alguns motivos que não vem ao caso no momento estou usando outro PC) e pretendo retornar. O mesmo vale para o CoH.

No curto prazo temos a expansão Kane´s Wrath. E um pouco mais longe, mas prometendo muito, o Starcraft 2. Enquanto isso AOM volta a ser o “Age of ” mais convidativo, por incrível que pareça.

ESO reseta estatísticas por inatividade

domingo, dezembro 9th, 2007

A ESO está resetando estatísticas por inatividade da conta. De fato, depois de comprar o Warchiefs eu parei de jogar o Age 3 original. Mas por muito tempo consultei minha página do Age 3 original no site agecommunity.com, para comparações. E as estatísticas estavam lá. Pois agora instalei o Windows Vista, e para testar se o patch havia corrigido a incompatibilidade com o o Age3 original, joguei duas partidas nele. Depois dos jogos fui lá ver como tinha ficado a estatística no profile e qual não foi minha surpresa ao ver apenas dois jogos (eram quase 700 jogos!). O título (Master Sargeant) e a as HCs pelo menos não foram apagadas.

Outro motivo de pensar a voltar a jogar o Warchiefs e o Age original é que continuo com dificuldades para encontrar jogos na pesquisa rápida pelo TAD! No original encontra adversário sem problemas.

Polêmica: O TAD está desbalanceado ou não?

sábado, dezembro 1st, 2007

Já temos um tempo suficiente de convívio com o TAD (Age 3 – The Asian Dynasties) para começar a avaliar a fundo a qualidade do jogo. No início pode-se ver apenas as novas civilizações, os mapas bonitos, aspectos mais superficiais. Agora os jogadores mais experientes começam a se perguntar se tudo isso opera de forma justa e consistente. E muitos dos debates atuais giram em torno da eterna dúvida dos RTS: o jogo está balanceado?

No caso do TAD, o civilização acusada de ser mais OP são os chineses. Na ninha visão, sou partidário que estão OP mesmo. Não sei dizer se muito ou pouco, pois isso obviamente dependeria da minha habilidade em jogar contra Chineses, coisa que não tive oportunidade de desenvolver ainda. Mas na minha opinião, mesmo que se confirme que China é OP, não é uma tragédia. Será incômodo mesmo é se a ES não fizer nada. Pois todo RTS fica desbalanceado em algum momento. Só não seria se a desenvolvedora pudesse prever todas as formas de jogar antes de lançar o jogo. Mas isso é um paradoxo, pois se fosse possível, ele seria um jogo tão simplório que não interessaria ninguém. É papel da desenvolvedora do jogo lançar os patches sempre que necessário, o mais rápido possível. Jogos excelentes chegam a ter quase 20 patches ao longo da vida. De qualquer modo, até o (possível) lançamento de um patch ninguém precisa parar de jogar. Na pior das hipóteses é pegar as civs mais fortes… (ok, esta solução é péssima … embora funcione … :-) )

Meu problema atual com o TAD na verdade é bem mais simples: não acho jogo na “Pesquisa rápida”. E quando acha, demora um tempo enorme. Apenas para esclarecer, geralmente com 5 minutos eu já estou cancelando a busca, mas já deixei 15 ou 20 minutos sem achar ninguém. Não me parece que seja por conta apenas o número de jogadores online, que atualmente gira entre 2000 e 3000 pessoas. Desconfio que o sistema não está considerando jogadores que em teoria deveriam entrar. Por exemplo, nunca pego civilizações do TWC, mesmo marcando “Permitir civs dos chefes de guerra…”. Bom, isso obviamente restringe bastante a quantidade de jogos que consigo jogar por semana (sim, porque por dia quando consigo UM já é muito). Comparando com os outros dois jogos que frequento atualmete, o Command & Conquer 3 e o Company of Herores, que dão jogo em menos de um minuto nas suas “pesquisas rápidas”, tenho que concluir que tem algo errado com o TAD.

E você, leitor, o que acha? O TAD está realmente desbalanceado? Muito? Pouco? Comente.

Age of Empires III versão mobile

quinta-feira, novembro 29th, 2007

Sim, mais um jogo migra para a telinha do celular. E agora é a vez do Age III. A versão pode ser conferida AQUI, onde tambén existe um simulador (requer java).

Quanto a mim sou um tradicionalista. RTS pra mim é teclado e mouse … mas quem sabe não vale uma tentativa? Na pior das hipóteses pode ajudar a vencer a tensão antes de uma consulta dentária…

Age of Empires – Aniversário de dez anos

terça-feira, novembro 13th, 2007

A série Age of Empires estará comomerando neste mês de novembro dez anos de existência, e como parte da comemoração está lançando um desafio de imagem para celebrar este evento.

Os ganhadores da competição irão ganhar cópias assinadas dos jogos : Age of Empires III, The WarChiefs, The Asian Dynasties, the Age of Empires III board game e muito mais!

O prazo para inscrição irá até 23 de novembro e os vencedores serão anunciados em 10 de dezembro.

Quem quiser participar acesse o link: http://www.agecommunity.com/aoeimagecontest.aspx , para ver as regras e bom divertimento.

Patch 2.103 do Company of Heroes e do Opposing Fronts está disponível

quarta-feira, novembro 7th, 2007

A Relic liberou no último dia 5 de dezembro mais um patch do Company of Heroes e do Opposing Fronts. O patch tem a mesma numeração para os dois títulos, a 2.103. A propósito, pelo menos no Steam parece que todo o conteúdo dos dois jogos já está nstalado, bastando desbloqueá-lo por um número serial válido. Veja abaixo a lista de alterações:

“General

- Corrected a validation problem that exists on North American released copies of CoH: Game of the Year. – Fixed an occasional crash that would happen on quad-core CPU’s.
Gameplay
- Fixed a bug in the Infantry Combat System that was causing inconsistent application of priority system.
- Fixed a modifier in the church steeple that was enabling snipers to fire at drastically increased rates.
- Fixed British infantry invincibility when capturing and reinforcing heavy weapons (Machine guns, mortars etc.)
- Axis Knight’s Cross Holders have abilities arranged so that both Assault and Fire Panzerfaust are usable from the command panel.”
Quem tem a versão “de caixa”, basta conectar nos servidores online do jogo para baixar o patch. Quem comprou pelo Steam também terá o jogo atualizado automaticamente. Além destas alterações foram também incluídos dois novos mapas.
Nota: No lançamento do patch anterior (2.102) tive um problema chato no Steam. O Steam não atualizou o jogo, e ao logar ele forçava baixar o patch. Só que o patch da versão de caixa baixado diretamente da Relic não serve para a versão Steam, e o jogo não se atualizava. Como não se pode jogar nem o singleplayer sem logar no servidor da Relic, ficava totalmente impossível jogar. Parece que o Steam não disponibilizou a atualização ao mesmo tempo que a Relic, causando este problema. Percebi o este fato em um dia, e só pude voltar a tentar novamente dois dias depois, quando a atualização já estava disponível no Steam, então não sei ao certo quanto tempo levou para normalizar. Mas de qualquer modo é desagradável perder acesso a um jogo pelo qual se pagou.
Fonte: Planet CoH

Mudanças na criação de Home Cities no The Asian Dynasties (TAD)

sexta-feira, novembro 2nd, 2007

Desde 30 de outubro estão valendo novas regras para criação de Home Cities (ou metrópoles). A partir de agora, as civilizações européias e indígenas criadas já iniciarão do nível correspondente ao da maior cidade que o jogador tiver, segundo a tabela:

Highest HC Level –> Newly Created HC level
0-19 –> 10
20-39 –> 20
40-59 –> 40
60-79 –> 60
80-99 –> 80
100+ –> 100

Por exemplo, se a metrópole de maior nível de um jogador for 45, uma nova cidade criada terá nivel inicial de 40. Esta regra não vale para as novas metrópoles asiáticas, que começam com 10. E a taxa de experiência para aumento nos níveis foi acrescida de mais 25%. Com isso as cidades aumentarão de nível mais rápido.

Agora, quais as consequências disso? A médio prazo, tende a reduzir distorções no matchmaking do “quick search”, ou seja, um jogador com metrópole alta não pode criar uma nova com nível 1, como antes, e com isso ter mais chance de pegar um jogador mais fraco no “quick search”. Ainda pode acontecer, claro, abrindo os filtros. Mas qual o objetivo de recriar cidades no level 1? E com o aumento em 25% da velocidade de upgrade das metrópoles, a tendência é que todos cheguem logo a metrópoles mais altas. A esta altura, os jogadores com algum tempo de jogo, jogando com regularidade, já estarão todos com alguma city em level maior que 100. A tendência é que boa parte das cidades será em pouco tempo de nível maior que 100, menos as asiáticas.

E isso é bom? Na minha opinião sim, mas poderia ser melhor. Eles poderiam dar um fim a níveis de metrópoles, que foi uma péssima idéia desde o início. Me parece que ao criar as home cities a ES quis introduzir um elemento de MMORPG na Age, que poderia prender o jogador ao jogo online, que ficaria tentado a avoluir as cidades da mesma forma que os jogadores de MMORPG ficam evoluindo personagens. Por isso existe o elemento do explorador de cada home city, que neste caso nada mais é do que um nome que pode ser alterado a um explorador junto com do nome da própria cidade, na hora a criação, que pode ter o objetivo de associar a idéia de um “personagem” (não confundir esse explorador com o explorador-unidade dentro dos jogos) . Por isso também as cartas, que nada mais são do que o paralelo das habilidades e armas do MMORPG. Nem precisaria citar aqueles elementos decorativos que podem ser adicionados à tela da metrópole quando ela muda de nível, mas que também são coisas bem RPG.

Não digo não existam jogadores entusiasmados com a idéia de evoluir metrópoles. Mas não é o perfil do jogador tradicional de RTS, para o qual o que importa é o nivel de habilidade de cada jogador. O bom e velho ranking. Os melhores jogadores aprendem em uma velocidade muito maior, e podem não ter paciência de ficar evoluindo cidade até poder usar todas as cartas. A velocidade de aprendizado deles é maior do que a de liberação das cartas, mesmo considerando que eles também vão liberar as cartas mais rápido.
Deixando de lado suposições sobre o tal “jogador típico” e o que ele prefere, digo que para mim RTS é sobre ter em mãos um conjunto de elementos, em equilibrio com os adversários, e contando com a própria experiência e habilidade, que obviamente nunca é equilibrada, fazer o máximo possível para conquistar a vitória. Não é sobre contar com vantagens (cartas melhores) conseguidas por ficar horas e horas na frente do PC.

E por fim, níveis de cidades desde o começo geraram dúvidas sobre que nível usar em campeonatos. Todos começam com nível 1? Usa-se as cidades da ESO? Ou usa-se cidade full, com todas as cartas? Para mim usar cidade nível 1 em um campeonato não faz o menor sentido. A terceira opção me parece a mais justa, ou seja, liberar todas as cartas para todos, e o que decide é a habilidade de cada um. Enfim, para jogadores mais “sérios”, que gostam de campeonatos, os níveis de cidades são um estorvo.

Daí se explica minha opinião sobre esta modificação na ESO. Ela claramente ameniza os desníveis nas metrópoles, e portanto é positiva. Mas o melhor seria liberar de vez as metrópoles. Talvez a esta altura os projetistas já tenham se dado conta do erro que foi incluir estes níveis no Age 3. Talvez tenham feito isso na ânsia de apresentar novidades no lançamento do Age 3 original. Mas eliminar de vez os níveis das cidades seria uma confissão de culpa muito evidente. Ou talvez tenham medo de irritar jogadores que perderam um tempão evoluindo as suas cidades (para aqueles poucos para os quais isso tem alguma importância). Para todos os outros jogadores, que querem jogar e aprender o jogo, o melhor seria abrir todas as cartas de uma vez. Taí uma sugestão à ES: mantenham o nível das cidades, mas liberem as cartas, o que importa.

TAD, primeiras impressões

terça-feira, outubro 30th, 2007

Estou desde ontem com o TAD. Paguei 50,00, no cartão. A lojinha de jogos que frequento costuma trazer os títulos assim que ficam disponíveis, e por um bom preço.

Logo de início chama a atenção o fato do acabamento da caixa do TAD ser bem ruinzinho. Desde a da impressão da caixa e do CD, até o serial number colado no papelão interno, igual ao TWC, é visível que se trata de produto de qualidade pior. Quando comprei o TWC eu fiquei procurando esse número serial, pensei até que tinham esquecido de colar no envelope. Estava colado na parte interna da caixa! Eles devem esperar que todo mundo vai deslizar o papelão interno para retirar o CD, e desta forma o número fica visível, caso se olhe do lado certo, é claro. Mas eu tirei o CD da forma que me pareceu mais natural, sem deslizar o papelão, e não apareceu serial nenhum.

Como está decaindo a qualidade das embalagens do AGE! Quem comprou o AGE OF EMPIRES II e vê isso aqui, francamente, parece até produto pirata! Instalei o TAD ontem de tarde, e a primeira coisa que fiz foi iniciar a pesquisa rápida: não achou ninguém! Esperei uma eternidade (até 15, 20 min cada vez), iniciei a pesquisa várias vezes, com metrópoles de vários levels entre 5 e 115, abri os filtros todos no maximo, permiti civilizações do TWC, tentei todas as combinações disso tudo, e nada!

Como conseqüência, só consegui jogar no custom. E mais, no custom quando passei de 2v2 para 1v1 o meu adversário não viu a alteração, tive que sair e criar de novo. Ou seja, o TAD ainda está bem bugado, vamos ficar esperando patch já.

Joguei apenas uma partida. Eu gosto do automatch, esse que não está funcionando. Detesto perder tempo entrando em jogos custom com pessoas desconhecidas. Joguei só uma partida,de chineses, mas não deu pra formar opinião sobre essa civilização ainda. Mas já tão dizendo que está OP …

Age Of Empires – The Asian Dynasties

quarta-feira, outubro 24th, 2007

A expansão ainda não chegou por aqui, mas o jogo promete grandes novidades a começar pelas civilizações que além das tres já largamente divulgadas: China, India e Japão , terão também seis novas tribos:
- Sufis
- Shaolins
- Jesuítas
- Zens
- Udasis
- Bhaktis

Serão adicionados 11 novos mapas:

Estrada da Seda
Honshu
Indochina
Himalaia
Decca
Rio Amarelo
Ceylon
Mongólia
Bornéo
Sibéria
Malta

Serão adicionadas novas teclas de atalho que ajudarão muito na formação das tropas e criação delas tipo com uma unica tecla você poderá criar todas as unidades de uma construção. E tudo isto foi sugerido pelos jogadores , incluindo alguns top players.

Muito embora alguns sites já tenham a pré-venda anunciada, ainda não foi divulgada a data de lançamento aqui no Brasil, mas esperamos que seja até o final de outubro, assim poderemos ver as grandes novidades deste jogo.

Patch 1.09 do Command & Conquer 3 já disponível para download

quarta-feira, outubro 24th, 2007

Saiu hoje, 24/10/2007, o tão esperado patch 1.09 do Command and Conquer 3 Tiberium Wars. O patch pode ser baixado diretamente pelo jogo, ao conectar nos servidores. Os que não conseguirem por este método, ou preferirem ter o arquivo, poder ir para a área de downlod de patchs do site oficial. A lista de alterações também pode ser encontrada nesta página (não deixe de rolar até o final).

As alterações neste patch são mais profundas que nos anteriores, e pretendem melhorar a diversidade de táticas que podem ser utilizadas, diminuindo o poder da economia e aumentando a importância do microgerenciamento (com uma taxa menor de recursos é mais difícil “massificar” uma unica unidade). Quem quiser entender melhor o objetivo delas, pode procurar o tópico “PATCH 1.09 BALANCE CHANGES EXPLAINED!”, de 12/10/07, nesta página, na barra da esquerda (infelizmente não consegui um link direto). Além desta alteração geral, o patch inclui balanceamento, são corrigidos diversos bugs e inseridos um novo mapa: “Wrecktropolis”.

Saraiva também já tem pré-venda do Age 3: The Asian Dynasties

terça-feira, outubro 23rd, 2007

Uma visita à Saraiva revelou que eles já tem pré-venda online da expansão The Asian Dynasties.

Ver aqui.

O preço é de R$ 59,00 ou em duas de 29,50.

Quanto à data de lançamento no Brasil, outros sites especializados afirmam que será no dia 30 de outubro (daqui a uma semana portanto). No site oficial da Ensemble Studios, Age Community, está anunciando que na América do Norte o jogo já está a caminho das prateleiras. Uma coisa é certa, a espera está acabando.

Company of Heroes pode ser adquirido no Brasil via Steam

terça-feira, outubro 9th, 2007

Este post é uma dica e ao mesmo tempo um acréscimo ao post Análise das opções de RTS online, neste final de 2007 . Pois nele eu citei o Company of Heroes (CoH) como um dos “4 ou 5″ RTSs viáveis para jogar online competitivamente nos dias de hoje (mais precisamente o 5, o que ficou no “OU” … ). Mas que não foi lançado no Brasil, e portanto nem dei muita atenção a ele. E é verdade, o jogo não tem representante no Brasil, e pior, os sites americanos não enviam jogos para cá (vide Amazon e etc.). Mas por um acaso, no dia seguinte eu li num site brasileiro que o CoH pode ser aquirido pelo Steam.

Ok, já é de muito tempo que eu tento comprar este jogo, acho que mais de um ano, então a decisão já estava tomada. Peguei minha conta do Steam, que por sinal estava cheia de poeira e teias de aranha (falta de uso…) e, surpreso por ter lembrado minha senha, fui às compras. Preço, 29,95 dólares americanos, mais taxas. Jogo pelo Steam tem vantagens e desvantagens. Uma desvantagem é que obrigatóriamente tem que haver uma conexão Internet decente para fazer o download do jogo (mas não precisa para jogar o singleplayer, existe um modo offline). Mas Internet em banda larga não é lá coisa tão difícil de encontrar hoje em dia na casa de um jogador de RTS. O download numa conexão de banda larga razoável (4 Mbps por exemplo) demora em média um dia.

As vantagens são não depender de mídias (CDs ou DVDs) nem para instalar e nem para jogar. Explicando melhor, não precisa por CD/DVD pra jogar, e nem se preocupar em perder ou estragar a mídia. O serial é obtido automáticamente, não precisa digitar. Uma outra vantagem é obter o jogo sem sair de casa, ou mais importante, PODER adquirir o jogo se você mora longe de uma loja que o venda, o que por sinal é meu caso.

Fico com a impressão que comprar jogos pela Internet tem um jeito de ser o futuro. Da mesma forma como comprar músicas pelo iTunes pode dispensar os CDs, o Steam ou serviço equivalente dispensa as mídias do jogo, a caixa e os materiais impressos. Em tempo, os manuais podem ser baixados também, em PDF, a qualquer momento. Creio que colecionadores continuarão preferindo os objetos colecionáveis, mas colecionadores podem em breve se tornar uma minoria entre os jogadores, que querem é jogar. Sim, existem desvantagens, mas é possível se acostumar ou se adaptar a todas elas, e no geral achei este método de distribuição bem conveniente, tanto para a distribuidora, pela redução de custos e controle de licenças, quanto para o cliente, pela praticidade.

No caso dos últimos jogos da Valve, mesmo adquirindo as mídias em loja, o jogo acaba registrado no Steam, passando a poder ser baixado da mesma forma depois. Essa minha conta por exemplo surgiu quando comprei o Half-Life 2. Mesmo instalando pelas midias, depois ele baixa muito update em seguida. Na verdade nem sei o que aconteceria se eu tentasse instalar o jogo dos CDs depois de ter a última versão do Steam instalada na máquina. Minha preocupação é que ele sobrescreva arquivos mais antigos do Steam em cima dos atualizados (o instalador do CD do Half-Life 2 primeiro instala o Steam), mas se ele for inteligente pode pular esta parte. Bom, em geral eu não tenho tanta pressa e pego tudo direto pela Internet, e numca mais usei is CDs do half-Life 2. Depois de um download de mais de 24 horas, o CoH está finalmente instalado, e estou fazendo os tutoriais.

Análise das opções de RTS online, neste final de 2007

sábado, outubro 6th, 2007

Nem precisava, mas lembro que esta é uma opinião pessoal, que pode em maior ou menor grau refletir a da comunidade geral de RTS gamers. Dito isto, vamos ao tema: que de RTS eu vou pra jogar online? Esta dúvida me volta de tempos em tempos. E cada vez que ela vem acontece uma de duas coisas, ou eu mudo de RTS ou continuo jogando o que já estou, o que é mais frequênte. Simples? Que nada, porque as opções são muitas, e nenhum título é perfeito. MInha última descoberta nesta área é que não se deve confundir um bom jogo com um bom jogo online. São duas coisas diferentes! Explico mais a seguir.

No início do ano escrevi um review sobre o C&C3 Tiberium Wars. Esta análise ainda pode ser lida aqui no site. Nela a avaliação é muito positiva. De fato, continuo achando o jogo muito bom. Mas no setor online, acabei não fazendo a transição para ele. Continuo um Age 3 gamer. De alguma forma, apesar de tudo a favor, a experiência online com o C&C3 não me pareceu tão divertida (até agora, pois também não parei totalmente de jogar C&C3), e nem vou chegar ao ponto de tentar analisar e explicar todos os pontos. É uma impressão pessoal, que contribuiu para meu comportamento, não precisa ser racional. Nos últimos dois meses tenho lido pela Internet posts de outros jogadores que se dizem traídos pela EA, que apresentou o jogo como um RTS competitivo, mas depois não fez as alterações necessárias para manter esta posição, abandonando as expectativas da comunidade. Traição não é a melhor palavra, pois a EA ainda me parece disposta a isso, lançando patches e fazendo propaganda. O problema é que, por alguns fatores, ainda não conseguiu. Para mim a questão ainda é até que ponto eles estão dispostos a investir, de modo consistente, contínuo e em maior prazo, para adquirir a confiança da comunidade. O pior é que a futura expansão, Kane’s Wrath, anunciada muito antecipadamente (o que na minha opinião é meio desanimador), e que parece que muda demais a versão original. Isso sinaliza que a versão atual não está indo bem. Preocupante.

Mas para esclarecer, preocupante do ponto de vista da comunidade que joga online, principalmente os mais “profissionais”, porque o CnC3 não vai deixar de ser bom, e para a maioria das pessoas tanto faz esses detalhes de alterações de patches e expansões. Pois bem, este é o ponto. Cada vez mais me parece claro que um jogo de sucesso online precisa ser melhor em algumas qualidades, que em um jogo singleplayer não precisa. No singleplayer as pessoas pensam nos gráficos, na jogabilidade, na estória, e se tudo isso funciona sem travar, está ótimo. No jogo online, o que importa é se o jogo fica lento na Internet, se dá lag, se o sistema de pontuação de ranking funciona, e as facções estão equilibradas e se existe muitos competidores a qualquer hora pra jogar. Os mais “pró″ desejarão campeonatos patrocinados, prêmios, glória. Ou seja, são dois mundos diferentes!

Não deve ser por outro motivo que um Stacraft, que eu só comprei a poucas semanas, mas que tem 10 anos de idade, continua mantendo dezenas de milhares de praticantes online, apesar dos gráficos simplórios (mas de bom gosto) e das campanhas já não serem mais novidade para os jogadores habituais. Agora, quantos jogos com superproduções gráficas e de campanhas épicas se tornam fracassos online? Quase todos.

O complicador, e que confunde tudo, é que todos os jogos tem o modo singleplayer e multiplayer, e normalmente tentam agradar aos dois grupos, e isso não está errado. Um bom jogo permite uma progressão suave entre uma campanha casual no modo easy e uma partida online com top player. Cabe ao consumidor-jogador se informar sobre os pontos fortes e fracos de cada título. Então foi isso que fiz com os títulos com alguma chance no mundo online competitivo a esta altura de outubro de 2007. Começando pelos jogos a Blizzard: Starcraft e Warcraft III Frozen Trhone. Estes estão tranquilos. Tem praticantes fiéis. Sobre o primeiro existe a dúvida com o lançamento da segunda versão, no ano que vem. Mas continuam com suporte sólido da Blizzard, e a qualidade está lá, comprovada pelo teste do tempo e dos milhões de jogadores. Apenas para comparar, Starcraft e Age of Empires II foram ambos lançados em 1997, mas o primeiro tem 15 patches e suporte online pela empresa até hoje, ao passo que o segundo tem 3 patches e a Microsoft descontinuou o serviço online (Zone) faz tempo, obrigando os usuários a usar serviços de terceiros, nem sempre de boa qualidade.

Continuando, vamos aos outros dois participantes da WCG 2007, CnC3 e Age 3 TWC. O CnC já comentei antes. Continua uma promessa, mas com futuro preocupante. A EA tem histórico de suporte aos jogos pior do que o da Microsoft. Talvez eles tenham se dado conta que com RTS competitivo tem que ser diferente … ou não… disso depente o futuro do CnC3. De qualquer modo, os problemas no sistema de pareamento de partidas continuam, bem como os desequilibros, esperando soluções. Já o Age 3, na minha opinião ele continua apenas por falta de opções de mercado. Ele é médio, nem tão ruim, nem tão bom. A ambientação não me agrada, mas a a jogabilidade é boa. Um ponto muito negativo é justamente as tais das Home Cities, que obrigam um jogador a ficar evoluindo cada civilização antes de poder utilizar todas as estratégias do jogo. Uma coisa meio RPG que gera debates a cada campeonato (deve ser level 1 ou 134?… ). Faltou algum jogo? Ah sim, talvez o Company of Heroes, só este que não foi lançado no Brasil, nem está no WCG (aliás votei nele para a WCG 2008) … E depois desta análise, a surpresa que a quantidade de opções se reduziu bastante, de umas 3 dezenas de títulos que podem ser jogados online para apenas 4 ou 5 que valem a pena jogar competitivamente online hoje em dia.

No meu caso particular, continuo por enquanto no Age 3, pois a opção mais viável no meu caso seria voltar a jogar Warcraft 3, em que tenho alguma experiência mas ao qual tenho algumas restrições (conceito visual carnavalesco, elementos RPGs na evolução de heróis, extremo microgerenciamento, mas que diabos, nada é perfeito! …). Enquanto isso, continuo acompanhando o desenrolar das coisas com o C&C3 (e jogando ele casualmente), provavelmente vou ficar acompanhando até o lançamento da expansão Kane’s Wrath. Ou mais promissor ainda, de olho no Starcraft 2.

Saiu a versão trial do TAD – The Asian Dynasties

quinta-feira, outubro 4th, 2007

A ES desta vez surpreendeu. Sem aviso nenhum colocou o download do trial do The Asian Dynasties, a segunda expansão do Age 3, no site. Quem não podia esperar para colocar as mãos na mais nova edição da serie Age, pode ir preparando a banda larga: são 612 Mb de arquivo. No trial se pode experimentar a civilização japonesa, ou jogar contra eles com os britânicos, além de novo mapa e nova condição de vitória (King of The Hill). A página de downloads do TAD é aqui:

http://www.agecommunity.com/all_downloads_tad.aspx

A quem pegar o trial, agredeço comentários sobre como ficou. Esse trial eu tô passando, vou esperar só o lançamento da versão final mesmo, e usar esse tempo de download pra jogar … afinal minha conexão não dá pros dois ao mesmo tempo …

Fonte: Ensemble Studios

Starcraft I – Visitando um Clássico

domingo, setembro 30th, 2007


Faz muito tempo que ouço falar do Starcraft, mas nunca tive tempo de jogar. Como já falei antes aqui, é muito jogo pra pouco tempo. Mas os dados sempre me impressionaram. Starcraft foi lançado em 1997 e ainda tem uma multidão de jogadores fiéis. Na Koreia é quase um esporte nacional. É o único jogo que foi modalidade oficial em todas as edições do WCG, desde o primeiro, inclusive no atual. E é da Blizzard, o que por si só é um indicador de qualidade.

Pois bem, meu interesse foi despertado novamente com as notícias do Starcraft 2. E eu nem joguei o 1… Mas aí vai uma dica: o jogo agora está muito barato. Na livraria Saraiva pode ser comprado por 19,90, incluindo a expansão Brood War. E eu entrei nessa. Fui lá e peguei minha cópia do Starcraft, com 10 anos de atraso. Claro que neste momento meu interesse é apenas como falei no título, uma visita. Mas pra quem gosta de RTS, vale a pena conhecer este jogo clássico que faz parte da história desta modalidade (e do presente). Para mim fica um certo gosto de ter entrado no final de festa, mas em compensação, por preço baixo e o jogo roda em qualquer PC atual.
Instalei o jogo no Windows XP, apesar deste SO nem ser citado na caixa como compatível, sem problemas (será que roda no Vista? :-) ). A resolução é fixa, ou então esta configuração está muito bem escondida … Os gráficos estão como era de se esperar completamente defasados para o padrão atual. Mas não importa, obviamente o Starcraft sobreviveu por outros atributos. Loguei no battle.net, depois de ter que baixar um patch. Claro que nem dá pra brincar com esse pessoal que joga a vários anos. Notei que não tem quick matching (ou auto match, ou pareamento automático de adversários). Nem tentei jogar e saí. A sala do Brasil estava meio vazia, mas não importa. Pretendo apenas fazer as campanhas e entender um pouco mais deste clássico, enquanto o 2 não chega. Mais informações sobre o jogo em:
http://www.blizzard.com/starcraft/
e
http://www.battle.net/scc/
e
The Beginner’s Guide to Starcraft

Enquanto isso, parei com o CNC3 e estou jogando regularmente Age 3 The Warchiefs online, o único RTS em que atualmente jogo multiplayer com alguma esperança de vencer… mais precisamente 38% de probabilidade de vencer, igual ao meu percentual de vitórias hoje. E esperando também a expansão TAD, do Age 3.

Atualizado o guia do TWC para o patch 1.04, incluindo preview do TAD

segunda-feira, setembro 17th, 2007

Para quem não ainda conhece o guia do TWC, uma breve introdução: um jogador de Age 3: The Warchiefs e usuário do site Heavengames, conhecido por Cyclohexane, tomou a iniciativa de criar um guia com todas as informações relevantes sobre o jogo. Trata-se de um arquivo Excel incluindo também todas as estatísticas de unidades (por exemplo custo, hitpoints, ataque, armadura, etc). São o tipo de informações que vinham no manual do Age of Empires 2 (e da expansão Conquerors), mas que desde o AOM foram suprimidas pela ES. A Blizzard faz um site oficial completo com este tipo de dados para o Warcraft 3 Frozen Throne, atualizadas a cada patch. Mas a ES nada. Mas felizmente um usuário habilidoso, Cyclohexane, extraiu estes dados e os colocou de forma útil para toda a comunidade Ager.

Para visualizar o arquivo pode ser usado o Excel, ou o Excel Viewer (que normalmente pode ser baixado gratuitamente no site da Microsoft, ou ainda o Open Office, que é o que estou usando. São dezenas de planilhas diferentes no arquivo. As estatísticas de unidades são as últimas, para quem não esta familiarizado com planilhas, deve-se navegar com as setas para a direita, até o final. E já foram incluídas um preview com as unidades das civilizações do TAD, India, Japão e China. Realmente um show, que jogadores sérios de TWC não podem deixar de ver.

Download aqui (site da Heavengames).

Agora alguém pode se perguntar até que ponto o conhecimento dos dados individuais de cada unidade é importante para a vitória. Jogadores casuais provavelmente torcerão o nariz para estes detalhes. Particularmente, eu acho que é apenas um dos fatores para a vitória, e nem é talvez o mais importante. Mas deve-se ter em mente que alguns jogadores estudam estes dados, e que se bem utilizados estas informações podem realmente criar um diferencial (supondo um equilibrio nos demais fatores). Então cabe a cada um decidir se vale a pena investir tempo nisso.

Outro tipo de tabela presente é a de unidades e contra unidades (que por sinal tambén vinha no Age 2, e foi suprimida). Esta eu acredito que é praticamente obrigatória…

Fonte: Heavengames

Age 3- The Warchiefs: Finalmente o patch 1.04

terça-feira, setembro 4th, 2007

A ESO vai estar fora do ar hoje para manutenção, às 1:00 PM (GMT), ou 22:00 horas de Brasilia (GMT-3). Deve ficar fora do ar por aproximadamente duas horas. Mas pelo menos é por um bom motivo: a implantação do Patch 1.04 (e o 1.12 do original). A ES recomenda desinstalar qualquer MOD antes de instalar o patch. Os comentários sobre as alterações já foram feitos aqui no eXtremeRTS.com, já que a lista foi liberada com bastante antecedência.

No momento estou sem banda larga, o que no meu entender inviabiliza jogo online (apesar de na caixa do jogo falar de modem 56Kbps, mas acho que a paciência dos outros deve ser respeitada, e a minha também). Mas esta situação deve ser corrigida no próximo sábado, quando devo receber a instalação do Virtua, e então poderei experimentar o novo patch na prática. Até lá comentários apenas teóricos ou de outras fontes. E a propósito, eu adoro quando sai novo patch!

Primeiras impressões sobre a Expansão do C&C3, Kane’s Wrath

quarta-feira, agosto 29th, 2007

Na semana passada falamos da versão jogável do Asian Dynasties na convenção GC 07, em Leipzig, Alemanha. De lá vem também as primeiras impressões sobre a próxima expansão do Command & Conquer 3, chamada Kane’s Wrath, ou a “Ira de Kane”, que deve ser lançada no início do ano que vem. E pelo que parece, o jogo vai ser “irado” (trocadilhos são um vicio). O jogo vai estar disponível em PC e em XBOX 360. Eu tenho uma certa curiosidade de saber como seria jogar RTS com gamepad (no 360). Imagino que deve ser muito ruim, e o que eu já li é que é realmente mais limitado. O melhor jeito de saber seria criar um serviço de jogo online único do C&C3 para as versões PC e 360. Se jogar de gamepad for realmente pior, vai ficar logo evidente… Por outro lado, não vejo qual a dificuldade de fazer jogos para consoles, como o 360, que utilizassem teclado e mouse, que poderiam ser plugados nas portas USB (imagino que o 360 as tenha, pois até o Playstation 2 possui duas!!!). RTS e FPS são duas modalidades que são muito melhores de jogar com a dupla teclado+mouse. A espera que alguém mais entendido em consoles do que eu me explique porque ainda não pensaram nisso.

Mas os jogadores de console sempre tem muitas vantagens também. No caso do Kane’s Wrath, por exemplo, os donos de xbox 360 vão comprar a expansão “stand alone”, ou seja, não precisam ter o jogo original. Os jogadores de PC precisarão ter os dois títulos, comprados separadamente, como sempre. Na tradição dos consoles, cada jogo é autosuficiente, mesmo porque faz relativamente pouco tempo que consoles tem HD (meu PS2 não tem, e nem sinto falta), e pelo que sei este só é usado para gravar savegames, dados dos jogadores e para cache, e não para instalar o jogo. Logo, não seria possível instalar um jogo original para depois instalar a expansão por cima. Talvez isso mude no futuro, o que vai anular uma das grandes vantagens dos consoles como plataforma de jogos. Na realidade cada vez vejo menos diferença entre PCs, consoles e home theaters, e creio que no futuro não será preciso ter os 3 equipamentos na sala: uma caixinha só resolverá tudo. Mas isso já sai um pouco do assunto da expansão …

Voltando ao CnC3, e ainda sobre jogabilidade, foi apresentada uma nova interface de seleção de unidades no CnC3. Aliás, essa interface já tinha sido “vazada” em uma foto pirata que rolou na INternet a alguns meses atrás, mas ninguém sabia se era verdade, e adivinhe, era! Olhando parece uma boa idéia selecionar as unidades naquele menu circular, mas sinceramente, só jogando pra saber.

O jogo também introduz o modo de conquista global. Pela descrição me pareceu com a campanha do Rise of Nations, em que se vai escolhendo os territórios a serem conquistados. Mas parece que as batalhas também manterão uma memória dos prédios e exercitos que forem construídos. As novidades continuam com mais unidades e o conceito de sub-facções, para acomodar diferentes estilos de jogo. Estas facções vão alterar as estatisticas das unidades para favorecer estratégias mais defensivas ou mais agressivas.

Fonte: Gamespot

Versão jogável do TAD na "2007 Leipzig Games Convention "

domingo, agosto 26th, 2007

Como divulgado no próprio site da ES, houve uma convenção de jogos na alemanha este mês, em Leipzig, e lá havia uma versão totalmente jogável do TAD – The Asian Dynasties, à disposição dos fans:

“The 2007 Leipzig Games Convention opens its doors to the public this weekend, where Age fans will be able to check out a full playable build of Age of Empires III: The Asian Dynasties! If you’re in the neighborhood, stop on by and get some hands on time with the upcoming expansion pack.”

Pois bem, um correspondente de um site alemão de Age 3 jogou, anotou tudo que podia, e publicou. O resultado esta neste site, com uma riqueza de detalhes impressionante. Quem vai querer ficar pra trás, e não saber como vai ser o jogo com antecedência? Veja por exemplo os dados sobre a unidade Rajput, da India:

“Rajput
100 Food 35 Holz 1 Pop 150 Hp 0,2 MR
18 MDam 3x vs Cav. 2,3x vs Light Infantry 20 Siegedamage
also im Prinzip der Pikenier der Inder, halte ich für ok, tötet Cav. recht gut, is halt net sooo gut gegen Gebäude

E parece que lá tem todas as units da India, China e Japão. Ah! Mas alguém aí notou que o texto está em alemão… Ok, os que dominam alemão podem ir direto no original. Para os demais, um rapaz do forum AoE3H fez o favor de traduzir tudinho para o inglês. Veja o post aqui. O trecho acima por exemplo fica:

Rajput
100 Food, 35 Wood, 1 pop, 150HP, 0,2MR
18 MDam 3x vs Cav. 2,3x vs Light Infantry
20 Siege damage
-Practically the pikeman of India, I think is ok, kills cav pretty well, is not so good vs buildings”

Que alívio hein? :-) Já dá pra ir fazendo as estratégias antes do jogo sair. E por sinal, se for pelos procedimentos normais da Microsoft, deve sair um demo jogável para download antes do jogo chegar às lojas. Comentários sobre as unidades? Alguma das 3 civs tá op? Postem!

Fontes: Agecommunity.com (ES), HeavenGames, AoE3.de

Resultado da final Nacional WCG2007

quarta-feira, agosto 22nd, 2007

Quem deu uma passadinha no Playcenter nos dias 18 e 19 não se arrependeu: o evento do encerramento da fase final nacional da Sansung WCG 2007 foi nota 10.
Uma galera super animada e, como não poderia deixar de ser, na hora do jogo muita adrenalina correndo a mil por hora e jogadores super nervosos. Mesmo para os que não conseguiram ir para a final mundial que acontecerá em Seatle, valeu pela participação, e não desanimem, ano que vem tem mais.

Lista dos vencedores
Classificados de Age of Empires III: The War Chiefs: Sk1pper (1º), Brim (2º) e Hammet (3º).
Classificados de Command and Conquer 3: Tiberium Wars: DeathGun (1º), Sapeca (2º), Bacon (3º)

Os jogos realizados estão disponíveis para dowload no site da http://www.rtsgames.com.br

Fonte: rtsgames”

GD – Gathering Day

quarta-feira, agosto 22nd, 2007

Assim como filmes, existem jogos cult. Jogos que não importando a quanto tempo foram criados continuam a encantar. E isto não ocorre por acaso. Em geral, estes jogos são verdadeiras obras-primas, tanto na parte técnica, quanto na parte artística e não raro redefinem ou trazem uma nova visão de um gênero em que todos os outros parecem iguais.

Em relação a jogos RTS, isto não pode ser mais verdadeiro do que com Sacrifice, lançado em 2000 e ainda com fãs ativos pelo mundo afora. É o que prova o site Sacrifice Planet, com mais de 1200 membros, que promove encontros, concursos de criação de mapas e claro, torneios on-line. Desta vez resolveram criar o GD – Gathering Day, um evento que ocorrerá todo primeiro sábado de cada mês durante este ano e deverá reunir os jogadores para um dia inteiro de ferozes batalhas 3D on-line cheias de magia.

Voce nunca ouviu falar em Sacrifice? Então veja este making of no YouTube, onde ele é apresentado pela equipe de desenvolvimento da Shiny.

AoE 3: TAD – Nova página da AoE3H com informações sobre a expansão

terça-feira, agosto 21st, 2007

O site Age of Empires 3 Heaven (AoE3H) criou uma página com informações específicas sobre a segunda expansão do Age 3, The Asian Dynasties (TAD), contendo dados gerais sobre o jogo e sobre as novas civilizações. Veja abaixo as seções, com os links apontando diretamente para o site da AoE3H:

“General
General FAQ
New Features
Previews
Screenshots
Videos

The Civilizations
The Chinese
The Indians
The Japanese
New Maps and Tribes

O endereço direto do site é:
http://aoe3.heavengames.com/dyn/index.shtml
Estas informações estão sendo atualizadas continuamente, portanto mantenha-se ligado!

Fonte: Heaven Games

Age of Empires III – Warchiefs no Windows Vista – Solução para os jogadores que não conseguem se logar na ESO

segunda-feira, agosto 20th, 2007

Eu sou uma de milhares de jogadoras de Age 3 que migraram para o Windows Vista, e qual não foi a minha surpresa ao instalar o meu jogo preferido AOE III – Warchiefs e constatar que o mesmo não logava nos servidores ESO.Entrei em contato com a Microsoft e não obtive nenhuma resposta para solução do problema. Percebi ainda que muitos jogadores estavam na mesma situação que eu, inclusive alguns exaustivamente ligaram para a Microsoft solicitando reembolso tanto do jogo quanto do Windows Vista, mas a Microsoft informou que só reembolsaria o valor do jogo… resultado grande indignação na comunidade Age, uma vez que ambos os produtos pertencem a própria Microsoft. No site da Ensemble Studios existe um fórum específico sobre problemas com o Vista e um dos membros (Hero) postou a solução, e não é que muitos informaram que deu certo? Estão conseguindo se logar normalmente.

Eu ainda não fiz o teste para verificar se realmente funciona, mas ao que tudo indica este erro ocorre devido a configuração da rede. Para acertar basta seguir a orientação abaixo:

“open twc , connect to eso type in ur nick/pass then ALT+TAB , go to Network and Sharing center , for every network u see , click view status—> properties —–>Networking tab —-> Internet Protocol version 4 ( TCP /IPv4 ) —>Properties ,now close it , click ok , and repeat for every network connection you have in the Network and Sharing center. “
“abra twc, conecte ao tipo eso no seu “nick/senha’”, então dê um “ALT+TAB”, vá para “Network and Sharing Center”, para cada conexão que você ver, clique “view status / propriedades / networking tab/internet protocol versão 4 (TCP/IPv4) / Propriedades, agora feche, clique ok e repita para cada conexão que você tiver em “Network and Sharing center’. ”

“alt+tab back to ur game and login , enjoy.”
“alt+tab volta para o seu jogo e login. divirta-se.”

Estarei realizando o teste no decorrer da próxima semana e postando aqui o resultado. Mas se alguem quiser testar, fique a vontade …

Command and Conquer 3: Muitas novidades na semana!

quarta-feira, agosto 15th, 2007

A pouco tempo repassamos aqui no eXtremeRTS.com uma notícia do site oficial do jogo sobre uma “revolução” no CnC3. Pois bem, tratava-se de um programa de TV pela Web sobre o jogo, que pode ser acessado a partir daquele site. No meu post eu havia cogitado que seria o lançamento de uma expansão. E não é que, poucos dias depois, eles anunciam uma? “Command & Conquer 3: Kane’s Wrath” vai ser a próxima expansão do C&C3.

No primeiro episódio da tal TV, chamada “Battlecast Primetime”, o APOC anuncia também o patch 1.07, com balanceamentos, correções de bugs, eliminação de cheats, ferramentas para modders.. por sinal a tal TV vale a pena, o programa é muito bem produzido, um verdadeiro show, com muita informação. Só não consegui terminar de assistir porque o Windows resolveu baixar atualizações, e detonou minha conexão … mas eu ainda vou voltar lá. O episódio I pode ser obtido AQUI.

Pode ser assistido por streaming e também existem links para download dos arquivos WMV, em quatro partes, para quem tem conexão ruim, ou arruinada temporariamente pelo Windows Update … :-)
Fique com o anúncio da expansão:

“COMMAND & CONQUER 3 KANES WRATH EXPANSION PACK ANNOUNCED! It wouldn’t be a proper launch without the announcement of something even bigger: Command & Conquer™ 3 Tiberium Wars first expansion pack, Command & Conquer™ 3 Kane’s Wrath! Bridging the storied timelines between Command & Conquer Firestorm™ and Command & Conquer 3 Tiberium Wars, the expansion pack will provide a brand-new single-player campaign centered around Kane told in a brand new Global Domination Metagame, new sub-factions and additional units to GDI, Nod, and the Scrin, brand new multiplayer maps, and much more.
To celebrate the expansion pack announcement, we have released a new Command & Conquer 3 Kane’s Wrath exclusive wallpaper for newsletter subscribers featuring one of the new units, “The Awakened.”

Fonte: EA