Archive for the ‘jogos para pc’ Category

Starcraft 2: primeiras impressões

quarta-feira, julho 28th, 2010

Já estou jogando Starcraft 2! Depois de saber que tem upgrade da versão 6 meses para ilimitada, como disse no post anterior, mudei a idéia de comprar apenas a ilimitada, que expus a dois posts atrás, quando ainda não sabia disto… e comprei a caixinha de 6 meses mesmo. No final, se eu comprar o upgrade daqui a 6 meses, o que é muito provável, o custo final será aproximadamente o mesmo e eu só pagarei a segunda parcela depois.

E também pesou na escolha o prazer que ainda tenho de comprar um produto físico ao vivo, com a gratificação imediata de levar aquele troféuzinho comigo. E pensei, é bom aproveitar enquanto ainda existe isso, pois tenho quase como certo que o futuro é compras por downloads. E pesou também o tempo de download do arquivo de instalação, que atualmente nas conexões atuais ainda não é desprezível, e menos ainda pra mim com minha conexão atual de 1 Mbps (por motivos que não vem ao caso aqui…). Enfim, foi a forma mais rápida de ter o SC2 instalado nas minhas atuais condições, isto é fato.

Quem está pensando em comprar por download, saiba que na caixa não vem nada indispensável. O livrinho não é realmente um manual. Só dá as instruções sobre configuração do PC e instalação, nas outras páginas conta história do passado do jogo e inclui desenhos artísticos. Mas a caixinha também inclui dois passes livres para testar o jogo por 14 dias (ou 7 horas no total, o que acabar primeiro), para distribuir para dois amigos que possam ter interesse. E o benefício final da caixinha é ficar em exposição lá na estante, junto com os outros jogos da Blizzard. A versão em DVD vendida no Brasil é dublada em português. Ao entrar no site não vi como fazer download da versão em inglẽs, apenas português e espanhol. Talvez pelo fato de ter registrado um serial vendido aqui. Só que não entendi porque não deixam baixar a versão em inglês, independentemente de onde se comprou o serial: fica aqui registrada a minha indignação quanto a isto. Mas a dublagem em português não está ruim, está muito melhor que a feita para o SC1, que era realmente péssima. Mas no SC1 depois deixaram baixar o client em inglês!

Na realidade, neste exato momento eu fiz os tutoriais, um jogo online (ganhei, por incrível que pareça) e o primeiro passo da campanha. E aqui vão minhas primeiras impressões a algumas dicas simples sobre o que eu já vi. Primeiro, sobre a instalação via DVD, é meio lenta mesmo. Durante a instalação a tela mostra informações sobre a história dos títulos anteriores, para quem não fez ou para relembrar. Basta ir avançando ou retrocedendo com as setas laterais. Mas claro, quem ainda não fez o SC1 e expansão, e ainda quer fazer, talvez queira ignorar estas telas cheias de spoilers… :)

A configuração recomendada que vem no livrinho que acompanha o DVD fala em uma placa nVidia GTX 8800, que é justamente a que eu tenho, então fiquei tranquilo, e rodou muito bem. A configuração do PC que já uso há quase 3 anos para jogar é a seguinte: Athlon 64 X2/ 5000+, 4 GB RAM DDR2 800 em dual channel, e a dita placa de vídeo. Não é nenhum super PC hoje em dia, até pelo contrário, seria quase um entry level a não ser pelo vídeo. A boa notícia então é que tudo rodou com performance excelente com quase tudo no máximo num PC médio (na realidade até o momento aceitei a configuração de vídeo do jogo que foi sugerida e vi como tinha ficado com quase tudo máximo, mas depois vou tentar melhorar o que falta e posto os resultados). Logo, não é um jogo muito pesado. Mas ainda assim é bom notar que quem está jogando o Starcraft 1 no seu PC antigo com vídeo onboard ou no notebook poderá ter sérias dificuldades se instalar o Sc2. Outro detalhe sobre o PC é que o jogo roda em Windows XP, mas a configuração recomendada só fala em Vista e Windows 7. Isto se deve provavelmente ao Direct X. O mínimo suportado é o 9.0c, mas no Vista em diante as funções do DX 10 devem ser ativadas. Ah, e no mesmo DVD vem com a versão para Mac também. Faltou só a versão Linux … Estou usando por enquanto Windows XP SP3, e ficou muito bom. Tenho um PC com Vista mas sem placa de vídeo decente, e quando for possível farei a comparação.

Ao contrário do Sc1, o SC2 só rola se for conectado na Internet. Tem que logar até pra fazer a campanha. O ambiente é todo integrado, com um instant messenger que funciona mesmo no single player, e existe até a opção de logar no Facebook para importar contatos. Em compensação, pode guardar o DVD na estante, pois ele não é necessário para jogar. A interface é excelente, e conseguiu  se manter simples mesmo com grande quantidade de recursos disponíveis. Notei imediatamente a ênfase em guardar as conquistas do usuário na conta, uma tendência atual que ajuda a fidelizar o gamer. Não sei ainda se todo o progresso da campanha fica armazenado online, mas eu chutaria que sim, até pelo fato do jogo limitar em apenas um personagem persistente a ser criado, que não pode ser alterado depois. Isso difere bastante o SC 1 e do Warcraft 3, em que se podia criar infinitas contas, mas que não guardavam quase nada e eram excluídas por inatividade depois de alguns meses. Então pense bem no nome que vai cadastrar.. aqueles nomes engraçadinhos de trocadilhos podem parecer patéticos depois de um tempo. Para quem conhece o Age 3, é o mesmo esquema. Tenho sentimentos contraditórios com relação a isso, prós e contras, etc. Mas de qualquer modo, escolhi um nome simples e neutro, fiquei até surpreso de estar disponível, e espero não me arrepender.

Tanto a interface quanto o jogo em si estão muito fiéis ao jogo original, e isso deve agradar muito os fans históricos da série. Foi uma boa renovação, sem perder a tradição. Um equilíbrio perfeito com as novidades e evolução técnica. As facções são as mesmas, as unidades em grande parte também. Como os gráficos melhoraram a fluidez da movimentação é muito melhor, pois o Sc1 nem era 3D. Venceu o bom gosto. Ainda sobre interface, na campanha é interessante explorar bem todos os objetos que estão na cena do bar. Passando com o cursor pode-se identificar quais são interativos. No player por exemplo pode-se trocar a música, as notícias da TV são sensíveis ao ponto que se está na campanha, e por aí vai.

Em resumo, quem adorava o SC1 provavelmente vai se emocionar com o Sc2. Tem tudo pra ser mais um sucesso da Blizzard, e o título RTS que estamos precisando para movimentar esta modalidade, que está meio parada e fragmentada em vários jogos ou antigos ou abandonados pelo desenvolvedor. Quanto a este último ponto, quem resolver embarcar no SC2 pode contar com o histórico da Blizzard de qualidade e em manter o suporte por décadas (vide SC1 e Warcraft 3).

Starcraft 2: novidades sobre preços e formas de pagamento

quinta-feira, julho 22nd, 2010

Complementando o que foi dito no post anterior sobre o lançamento Starcraft 2, mais algumas informações sobre os preços e formas de pagamento do SC2 em território nacional. Primeiramente, segundo uma notícia do portal G1 Tecnologia, haverá sim a possibilidade de pagar mais R$ 70,00 e fazer o upgrade da versão limitada para ilimitada. Esta era uma dúvida colocada neste post anterior, no qual tinha assumido a pior hipótese de que não haveria esta possibilidade. Um alívio, mesmo para mim que já estou decidido pela ilimitada, pois seria uma decepção ver a Blizzard cometer um equivoco desses.

Este upgrade se dará pelo site, utilizando cartão de crédito. E mais, quem preferir a mensalidade depois dos 6 meses, esta será em torno de R$ 10,00. A versão completa custara em torno de 105,00 reais. Achei os preços bem honestos e condizentes com o histórico de jogos de qualidade por aqui.  E lembrando, faltam apenas 6 dias para o lançamento oficial.

Poucos dias para o lançamento de Starcraft 2

sexta-feira, julho 16th, 2010

A tão aguardada continuação de Starcraft está prevista para 27 de julho de 2010, daqui a pouco mais de 10 dias. A esta altura a maioria dos fans já estão sabendo dos fatos básicos: no Brasil será vendida por R$ 49,00, com direito a 6 meses de uso. E isto tanto para o single player quanto para o multiplayer.

Mais alguns detalhes acabam de ser revelados: será possível comprar e baixar a versão ilimitada, igual a que é vendida no resto do mundo, pela loja online da Blizzard. E haverá também uma versão para colecionador. Veja abaixo a caixa do jogo, na qual diz explicitamente: “inclui 6 meses de jogo individual e jogo em grupo”. Depois de 6 meses para tudo, até o singleplayer.

Starcraft 2 - Wings of Liberty

Starcraft 2 - Wings of Liberty

Depois de 6 meses o gamer terá que comprar mais tempo pelo site, extensões de mais 30 ou 60 dias. Não li em nenhum lugar se haverá possibilidade de upgrade da limitada para a ilimitada depois da compra, então eu assumiria que não.

Ora, minha experiência como jogador de RTS é que 6 meses não dá pra nada. Ou melhor, se o jogo for realmente bom, e tudo indica que será, 6 meses é muito pouco, e com certeza var deixar com vontade de jogar mais, e pagar mais. Outro ponto a levar em conta é que a vida útil de um RTS de sucesso é de vários anos. Até hoje se joga Starcraft e Warcraft 3, e principalmente neste último são dezenas de milhares de pessoas online todo dia. Isto depois de 8 anos do lançamento (do War 3 original).  Se ao contrário o jogo for fraco e enjoar em menos de 6 meses, então melhor nem chegar perto, pra que perder tempo com mais um RTS ruim? Um terceiro argumento é que o preço é desporporcional. Ora, como vimos, dá pra jogar um RTS de sucesso da Blizzard online por quase 1o anos pagando um preço médio de 100,00 (custo aproximado do Warcraft 3 na época do lançamento). Então porque pagar metade  disso por apenas 6 meses? Eu, se comprar, vou de ilimitada, mesmo pagando mais.

Asian Dynasties, TAD, recebe patch 1.03

sábado, junho 12th, 2010

O Age of Empires III – The Asian Dynasties recebeu este mês mais um patch, o 1.03. Parece que não há alterações de balanceamento. O objetivo deste patch é compatibilizar com a versão de download direto. Mas há dois pontos interessantes nele. Um é que finalmente permite jogar sem o CD! E o outro é justamente a tendência dos jogos recebidos diretamente pela Internet. A Microsoft agora também tem sua lojinha online para download direto.

E a mídia ótica, CD ou DVD, finalmente vai morrendo… parte dos RTS principais já são disponíveis sem CD/DVD. O Stracraft, se fizer o download pelo battle.net, o Warcraft III, depois do patch ou pela bnet também, Company of  Heroes, Warhammer 40K, e agora, o Age 3.  O patch é baixado automáticamente pelo jogo, na conexão com o ESO, ou por download manual, pelo site oficial: http://www.ensemblestudios.com/

Need For Speed Shift: o recomeço

sexta-feira, abril 23rd, 2010

Começei ontem, já com atraso, a jogar o Need for Speed Shift. Mais ou menos coincide com a compra (finalmente) de um volante decente, da Logitech (o Racing MOMO), e o Shift, por ser mais realista que os títulos antecessores da série NFS, pede um volante. Comprei o volante por causa do jogo ou o jogo por causa do volante? É difícil dizer, então fica melhor considerar os dois um pacote. A propósito, o volante vai bem nos jogos anteriores da franquia NFS também. Já testei no Most Wanted, no ProStreet e no Undercover, em todos com ótimo resultado, mas é no ProStreet e no Shift que ele se mostra realmente necessário. De fato, um dos motivos de demorar a começar estes dois jogos foi justamente a falta de um volante que prestasse. Uma dica: não economize demais no volante, pois a economia sai caro. Antes deste Logitech tentei um Leadership Gamer, que não deu nem pra começar, um gasto inútil. Outra dica, os pedais são imprescindíveis.

O “recomeço” do título deste post tem dois sentidos. Um é o meu próprio recomeço em jogos de corrida depois de várias anos quase parado. O outro é o recomeço da franquia NFS. No Shift mudou a desenvolvedora, que antes era a própria EA e agora é a Slightly Mad. E muda a proposta para algo mais voltado para simulador que arcade. No fundo estes elementos já apareciam no ProStreet, que acabou não sendo o sucesso que a EA esperava. Mas a proposta é mais ou menos a mesma, só que indo mais adiante no realismo. O fato é que ainda é possível sim escolher o modo “CASUAL”  no Shift e pilotar no teclado ou no gamepad. Mas sinceramente, eu acho isso um desperdício de tempo e dinheiro, pois acaba com o desafio principal do jogo, que é a dificuldade de pilotar sob as condições físicas da pista e do carro. Para quem prefere jogar assim é melhor continuar enfrentando a polícia ou fazendo customizações sem fim em algum título anterior da série NFS. Que aliás vem sempre alternando entre arcade e simulação, em maior ou menor grau.

Lembro o  primeiro  NFS  que comprei, o “Road Challenge”, que lá fora se chamava “High Stakes”. Ele era bem mais realista do que o que veio depois, com danos, foco em corridas e não em perseguições da polícia, com paisagens com muitos detalhes e profundidade, efeitos de luzes, de chuva, folhas e fumaça perfeitos. Eu estaria jogando ele até hoje, mas com um upgrade de placa de vídeo perdi toda essa perfeição gráfica. O jogo era fortemente amarrado nas bibliotecas “glide” das placas Voodoo, da extinta 3dfx. Quando troquei para a placa ATI o jogo ficou um lixo, embora esta tivesse muito mais poder de processamento. Acabei doando ele a outra pessoa, que por sinal tinha uma placa Voodoo. E mais, (pelo menos a versão que eu comprei)  só funcionava até o Windows 98 SE, no Windows XP nem com modo de compatibilidade. Não houve nenhum update do jogo para o XP ou para as placas ATI e nVidia. Hoje eu vejo o Road Challenge (High Stakes) sendo vendido em um pack com coleção NFS, mas será que eles resolveram esses dois problemas?

O título que eu joguei a seguir (pulando alguns) foi justamente o Underground, com foco em customização e tuning. O Underground 2 foi uma continuação do anterior,  mais ou menos a mesma proposta, com a grande diferença do mundo aberto. Aqui o realismo chega no mínimo em todos os aspectos: customizações desnecessárias e/ou bizarras e pilotagem sem compromisso com danos no carro ou manobras bem feitas. Tudo se resolvia com o botão de nitro e a seta pra cima pressionada sempre, e o desafio do jogo era muito baixo. Dizendo assim parece uma crítica, mas o fato é que eu me diverti muito com esses dois jogos na época, embora hoje não faça mais tanto sentido. O título seguinte, Most Wanted, retoma as perseguições de polícia de uma forma que eu acho até exagerada. A customização ganha uma razão de ser, se esconder da polícia. Tudo acaba girando em torno disso, o que as vezes se torna muito cansativo e frustrante. A parte gráfica investe no realismo, mas a pilotagem não. A seguir temos o “Carbon”, que tenta uma volta às corridas noturnas, mas com poucas novidades, e acabou ficando bem inferior ao anterior em receptividade. O toque de realismo aqui é a divisão em três classes de carros, tuner, muscle e exotic, com comportamentos bem distintos. Agora pilotar um muscle car como um Mustang antigo dava muito mais trabalho.

A mudança mais radical vem com o ProStreet. Não foi sucesso de público nem de crítica. Mas na minha opinião, houve vários méritos nesse jogo. Me arriscando a ser linchado, talvez seja um dos melhores NFS pré-Shift, ao lado do Most Wanted, cada um no seu estilo. Mas reconheço que ele é tão diferente dos anteriores que os fans do estilo anterior, dificilmente iriam gostar dele. É bem verdade que alguns erros de jogabilidade do ProStreet acabaram por abalar a reputação do jogo. Já comprei o ProStreet muito tempo depois de lançado (na promoção … por causa daquele período parado), e por isso vejo ele de forma fria e crítica, e ainda assim digo, não era tão ruim. O site Gamespot dá 6,5 (em 10) a ele, e eu daria 7 ou talvez mais, levando em conta a diferença relativa com outros jogos. O Underground levou 8 neste mesmo site, o Underground 2 ficou com 7,4, e considero ambos bem piorzinhos que o Prostreet (o Most Wanted teve 8,4).

A seguir temos o “Undercover” que é quase um pedido de desculpas aos público, retornando ao modelo do Most Wanted. De novo posso até ser linchado, mas achei o Undercover melhor que o Most Wanted, por um motivo que comentei antes: menos polícia!  Aqui temos mais equilibrio entre corridas e polícia, foi inserido o sistema de danos e o mapa aberto está maior do que nunca. O ponto fraco do jogo é o enredo, muito bobo, que não prende a atenção mesmo com as cutscenes filmadas com atores reais.  Serve apenas para justificar as infrações de trânsito cometidas, agora em nome da lei. Não deixa de ser uma referência ao personagem infiltrado do Velozes e Furiosos também. E mais uma vez, desde o Underground 1, temos aquela vasta cidade fantasma, sem um único pedestre. Imagino que isso se deva a evitar qualquer situação de atropelamento, que levaria o NFS a se tornar um jogo sangrento, com as conseqüentes restrições e tentativas de censura. Evitaram a polêmica, mas o jogo fica estranho, e a meu ver cada vez mais, a cada edição em que a “cidade fantasma” se repete. Ou seja, é mais uma solução que se desgastou com o tempo. Aliás, jogos como o ProStreet e o Shift não sofrem este inconveniente, pois ninguém é maluco de ficar passeando desntro de pistas de corrida. Mesmo no High Stakes não parecia tão estranho, pois os cenários eram fora do perímetro urbano, onde normalmente há muito menos gente andando.

Apesar disso, no momento o Undercover  é a minha escolha preferencial de jogo de corrida para mundo aberto e o Shift para simulador em pistas. E como opções secundárias o Most Wanted e o ProStreet, apenas para variar. Para o futuro da franquia NFS, o Shift ainda não tem sucessor na área de simulação, mas os jogos em mundo aberto poderão ser muito bem substituídos pelo NFS World Online, uma espécie de MMO de corrida, ainda a ser lançado.

Relendo este post para revisar noto que tenho muita experiência em NFS, mas pouca em jogos de corrida em geral, e menos ainda em simulação. Agora, finalmente de posse do meu volante, talvez me aventure em outros jogos dentro do segmento simulação. Alguém teria alguma sugestão de título para começar?

Open beta do Command and Conquer 4 está disponível

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010

CnC4PublicBetaGamespot

O período open beta do ‘Command and Conquer 4: Tiberium Twilight’ já começou. Para ter acesso, é preciso estar cadastrado no serviço Gamespot (muita gente já está, já que ele é uma das formas mais fáceis de obter patches, depois que eles agregaram o site 3dgamers).   Este é o link para acesso direto ao beta. O C&C4 promete ser o capítulo final do segmento Tiberium do C&C e da saga do Kane.

ScummVM

quarta-feira, setembro 30th, 2009

Testei a ScummVM no Ubuntu 9.04, com o jogo “Day of The Tentacle”, e funcionou perfeitamente. Terminei o jogo sem nenhum problema. Recomendo sem reserva. Agora vou tentar o “Full Throttle” e o “The Dig”.

O ScummVM é um software nativo linux que substitui a engine dos jogos de aventura da LucasArts da decada de 90, o SCUMM – Script Creation Utility for Maniac Mansion. O programa lê os arquivos de dados originais com o conteúdo do jogo.

Site: www.scummvm.org. O site tem o download do instalador do ScummVM e instruções de como instalar cada jogo, copiando os arquivos dos CDs. No Ubuntu a instalação do ScummVM é simplesmente duplo clique no arquivo .deb baixado do site. Depois pode-se procurar o jogo desejado na lista do site e verificar quais arquivos do CD original do jogo precisam ser copiados para uma pasta no HD. E finalmente, dentro do ScummVM basta apontar para este diretório para incluir o jogo. O site é muito bem documentado, mas para os apressados, a tecla F5 dentro do jogo acessa os comandos de save, load e quit.

BattleForge: RTS, MMO ou Card Game?

quarta-feira, julho 1st, 2009

No que dá a fusão das categorias de jogos RTS, MMO e Card Game? Basta jogar o Battle Forge (BF), produzido pela EA/Phenomic, pra conferir. Ele é tudo isso ao mesmo tempo. E o que é melhor, dá pra jogar de graça. Inicialmente vendido como título comercial, agora a versão client é grátis, chamada “Play4Free”, com direito a toda a funcionalidade liberada. Sendo um jogo de excelente acabamento gráfico (incluindo suporte a DX10), e acesso aos servidores MMO, como eles sustentam o jogo? Bom, basicamente, com a venda de BattleForge points… se continua confuso, leia abaixo!

No BattleForge o RTS funciona todo na base das cartas. Cada carta corresponde a unidades, construções ou poderes. O jogador constrói decks de até 20 cartas, podendo misturar as cartas de várias facções (embora me pareça ruim misturar mais de 2). Cada uma das quatro facções, Frost, Fire, Nature e Shadow, tem uma cor (azul, laranja, verde e roxo, respectivamente) e um conjunto de cartas desta cor. Então cada jogador pode ter forças completamente customizadas, e com isso surpreender o oponente, evitando as tediosas receitas da maioria dos RTS.

O estilo de jogo é rápido, comparável aos demais RTS atuais. As unidades são evocadas instantâneamente, em qualquer área do mapa sob controle, e os prédios e spells também. Existe um tempo para as unidades adquirirem força máxima. A economia se restringe a dominar fontes de energia, fazendo uma construção neste ponto. Eles fornecem energia em taxa constante, sendo este o único recurso. A tecnologia evolui com o domínio dos “Orbs”, um outro tipo de construção, o monumento, que possui uma esfera de uma das cores das facções. Funciona assim: cada carta requer para ser ativada uma quantidade de energia, que será consumida, e como pré-requisito requisito o domínio de um ou mais Orbs, de cor específica da facção e em número total de orbs. Ou seja, é crucial dominar estes pontos do mapa para melhorar as forças, defendê-los e tentar tomar os do adversário. Lembra Warhammer 40.000 e Company of Heroes. Não existe o tradicional modo skirmish, o que reduz a importância da IA. Em compensação existe uma espécie de arena, para se testar as cartas contra os oponentes, como se fosse um laboratório.

Até agora tudo parece um RTS. Mas ai éntra o lado MMO: primeiro, toda a evolução do jogador é registrada online, de forma persistente. O jogo é dividido em PvE e PvP, como nos MMORPGs. O PvE (player versus environment) é a campanha, que tem cenários singleplayer e cooperativos para dois ou quatro jogadores. Mas só acessível online, como nos MMORPGs. E o modo PvP, jogagor contra jogador, com direito a ranking e ELO rating. Outra semelhança com o MMORPG são os itens e gold recolhidos durante as partidas. O gold não foi mencionado como recurso do RTS porque ele realmente não é usado durante as partidas. O gold serve para upgrade de cartas e pagar taxa de envio de mensagens. Os upgrades permitem melhorar as cartas e elevar o level do deck. Não se recebe cartas como prêmios nas partidas, apenas upgrade de cartas.

E por fim, temos o lado o card game do BF. Ao comprar o jogo em versão retail, recebe-se uma quantidade de Battleforge points, usada para comprar cartas, que serão agrupadas em decks. Começando pela versão Play4Free (a gratuita), obtém-se inicialmente 32 cartas, o que é bem menos do que se podia comprar na versão paga, e nenhum BF point. Os BF points são a moeda do jogo, com a qual se pod obter cartas ou pacotes especiais de cartas, os booster packs e tomes. Na verdade, a caixa original do jogo se tornou apenas um pacote de BF points. O que não é tão ruim, pois os BF points continuam tendo o mesmo valor e sendo vendidos. A idéia é que os jogadores colecionem as cartas e procurem aquelas mais importantes para as suas estratégias. O jogo tem uma seção trade, na qual se pode leiloar as cartas desnecessárias. Além disto, a negociação pode ser direta entre usuários, anexando as cartas ou gold no sistema de mensagens dentro do jogo.

Por fim a última novidade: o jogo ficou gratuito. Na realidade, ao que parece a EA resolveu focar na venda dos BF points, ou de pacotes de cartas, o que dá no mesmo, pois a única forma de adquirir cartas oficialmente é com BF points. De novo, é um modelo parecido com RPG, como o WoW, onde o cliente do jogo é gratuito, e paga-se apenas mensalidade. No battle forge não há mensalidade também, mas espera-se que o usuário se sinta tentado a comprar os BF points para progredir mais rapidamente adquirindo cartas. A diferença entre comprar a versão retail e a Play4Free é descrita abaixo. Em teoria, o jogador Play4Free pode ter acesso a tudo, embora com mais dificuldade.

Ao baixar a versão Play4Free o jogador ganha 32 cartas, e nenhum BF point. O jogo vem parcialmente bloqueado até que o usuário chegue a level 4 no PvE ou level 10 no PvP. Isso não é difícil, obtive em umas 4 horas. A partir daí a única diferença da versão retail é que tenho zero BF points. Mas os BF points adicionais podem ser adquiridos do site do jogo, da mesma forma que os usuários pagos, ou pela venda de cartas, no sistema de leilão do jogo. As cartas por sua vez são distribuídas em quantidade muito diferente. Com isto elas se classificam como comuns, incomuns, raras e ultra-raras. Um site que descreve todas as cartas é o http://www.bfcards.info/. Nem é preciso dizer que quanto mais raras, maior o valor obtido no leilão. O próprio leilão é mais uma dimensão do jogo.

Inicialmente a venda de cartas no leilão para quem entra via Play4Free não faz sentido, já que se recebe o mínimo, e o valor destas cartas é mínimo também, pois são muito comuns. Mas há como negociar cartas com usuários por fora do leilão, trocando por gold, por exemplo, e não por BFP, e enviando a carta e o gold pelo email do jogo (com certo risco, pois pode haver calote de uma das partes. O leilão, ao contrário, é garantido). Você pode enviar (e receber) carta ou gold para qualquer usuário. Resumindo, a diferença é que o usuário pago recebe um generoso pacote de BF points e o Play4Free não. Este último pode continuar sem pagar indefinidamente, tentando obter as coisas de graça dos outros jogadores, ou em troca de gold, ou partir para adquirir BF points adicionais no site da EA. Mesmo o jogador pago pode precisar de BF points, pois o pacote inicial também não dá pra comprar tudo. A compra de BFPs no site da EA requer cartão internacional ou Paypal. Existe um pacote de pontos vendido em lojas, mas não no Brasil. Na verdade existe todo um mercado paralelo de sites e até comunidades no Orkut que vende pontos, cobrando por depósito em conta, etc. Neste momento já devem existir pessoas se dedicando ao “gold farming” de BFPs… Basta entrar no jogo para começar a receber as mensagens de propaganda pelo chat. Eu particularmente não gosto deste tipo de solução, mas pode ser uma opção para quem não tem cartão internacional.

É certamente um jogo inovador em vários sentidos, tanto na fusão de modalidades como no modelo de negócios. Liberando o jogo para download, a EA consegue uma boa população online inicial, o que é fundamental para o sucesso de qualquer MMO. E na verdade dá pra se divertir um bom tempo via Play4Free, como comprovei. Os mais entusiamados podem continuar colecionando cartas, na base dos BF points, o que equivale a comprar um título + expansão. Os mais viciados ainda comprarão os “tomes” mensalmente (não necessáriamente desenbolsando dinheiro real com isso, pois pode-se lucrar BF points apenas negociando as cartas dos tomes). É interessante que no BF existe um segmento de preço para cada nível de comprometimento que o usuário deseje ter com o jogo, e não um custo único. De qualquer modo, se tudo isso der certo e a EA conseguir convencer parte dos jogadores de RTS a aderir a um sistema de custos que não seja compra de caixa + 1 ou duas expansões, pode ser o início de uma nova era no segmento RTS.

Pegue o client do jogo em http://www.battleforge.com/.

Cartão Game Time para o Warhammer online já está em pré-venda

segunda-feira, outubro 13th, 2008


Quem comprou o Warhammer Online: Age of Reckoning pode estar se perguntando como continuará jogando daqui a alguns dias, já que o jogo vem apenas com 30 dias de jogo incluído. Para alívio geral dos fans, a Saraiva já está oferecendo o GameTime Card no site, em pré-venda, para o dia 16/10/2008.

Outra opção seria uso de cartão de crédito (internacional). No entanto segundo a EA, a única forma oficial de pagamento em território brasileiro é o cartão pré-pago.

O cartão custa 49,90, para 60 dias de uso. O que equivaleria, para quem utiliza todos os meses ininterruptamente, a uma mensalidade de aproximadamente 25 reais. A dúvida é se esta cultura do MMORPG pago vai se difundir no Brasil. O último grande RPG online a vir oficialmente prá cá, o Guild Wars, não tinha mensalidade. E nem assim ficou muito pupular, tanto que apenas o original foi lançado no Brasil; as duas (ou três?) expansões não. Já o World of Warcraft (WoW), o maior MMORPG do mundo (em popularidade) nem foi lançado, sob alegação de que o mercado não era suficiente. Os jogadores nacionais de WoW, além de não terem suporte local, tem que pagar por cartão de crédito internacional ou cartões pré-pagos contrabandeados.

Por essas que seria interessante para os fans brasileiros de MMORPGs que pelo menos se consolidasse um número tal de jogadores pagantes que viabilizasse o uso regular e oficial por todos os interessados. E isso só descobriremos a partir do dia 16 de outubro.

Red Alert 3 beta – Lançado patch 1.6

sábado, setembro 20th, 2008

A EA liberou o patch 1.6 do Command and Conquer Red Alert 3 beta, que provavelmente será o último. A fase beta terminará em 25 de setembro. Os servidores serão desligados por volta de meia noite no horário da costa oeste dos EUA.

O patch 1.6 resolve pequenos bugs e desbalanceamentos, diferentemente do 1.5, que vinha com uma extensa lista de modificações. Será que os problemas estão acabando mesmo? Aguardemos a versão comercial para confirmar se o jogo ficou realmente bem acertado, e que fases betas públicas são realmente úteis para produzir jogos com qualidade. Se for um sucesso, talvez esta prática se torne comum. Pensando friamente, a empresa coloca os potenciais clientes a trabalhar para ela procurando falhas. Mas observe que jogadores hardcore estão sempre querendo conhecer o jogo o mais cedo possível, o que torna este trabalho gratuito irresistível. E interessa ao também o casual gamer que quer conhecer o jogo antes de comprar, umas espécie de trial.

Valve nega venda para o Google

quinta-feira, setembro 18th, 2008

Por mais que seja interessante, a notícia da compra da Valve pelo Google (ver post anterior) não tem fundamentos. Doug Lombardi, da Valve, negou que esteja havendo oferta do Google pela empresa, e diz que os rumores são “completamente fabricados”.

Os argumentos do post anterior aqui do tecnolimits sobre as vantagens da aquisição da Valve pelo Google continuam válidos. Aliás, salta aos olhos que eles, do Google, não tenham visto isso antes. No entanto alguém mais percebeu, e talvez esta seja a origem do boato! :-) Por isto fico na esperança de que os executivos do Google levem a coisa a sério a partir de agora… :-)

Fonte:
Fragland
http://www.fragland.net/news/GoogleValve-rumours-false/19740/

Google estaria negociando a compra da Valve

quarta-feira, setembro 17th, 2008

Segundo várias fontes (techradar, The Inquirer, N4G, dezenas de blogs, etc.) a Google está para comprar a Valve a qualquer momento. É uma boa compra para a Google, já que como comentado aqui no tecnolimits por várias vezes, a Valve possui a solução mais consistente para distribuição digital de jogos pela rede atualmente. E como parece ser o momento da virada da distribuição de jogos para este formato, a compra não poderia ser mais oportuna.

E porque teria chegado a hora da distribuição digital pela Internet? Porque o disco ótico ficou desnecessário e caro, da mesma forma como os cartuchos ficaram no passado. Cada vez mais pessoas com banda larga, que está cada vez mais barata, tudo isto somado ao custo e aos inconvenientes dos discos. Para a indústria, os discos são facilmente pirateáveis. Para os usuários, discos são um estorvo, que tem que ser guardado, cuidado, e geralmente colocado no drive a cada vez que se quer jogar. Com a distribuição pela rede, basta colocar os arquivos em servidores para download, utilizando espaço em disco e conexão otimizadas pela economia de escala proporcionada pelos datacenters. É perfeito.

Para os jogadores também é um bom negócio, já que a Google possui recursos e tecnologia para manter e levar adiante melhorias aos serviços da Valve. O Google tem um histórico de renovação tecnológica que promete não retroceder nas facilidades criadas pelo Steam, como poder instalar e jogar em qualquer PC utilizando a sua conta, como também expandir estas facilidades. A própria Valve anunciou recentemente, em maio, um novo serviço para armazenamento dos savegames e profiles na Internet, chamado Steam Cloud, o que permitiria não apenas jogar em qualquer PC do mundo, como também continuar partidas e manter configurações, independentemente da máquina. Ora, isto é totalmente coerente com a filosofia do Google de foco na rede, e não no PC. Espaço em disco e datacenters para isto me parece que eles tem de sobra … Ou seja, Valve e Google tem tudo a ver, e espero que dê certo.

A propósito, o Steam Cloud que foi anunciado pela Valve será gratuito para os assinantes do Steam, e será lançado inicialmente para alguns jogos, como o Team Fortress 2. Vale a pena acompanhar esta história.

DRM do Spore gerando criticas entre os usuários

terça-feira, setembro 16th, 2008

Atualizando o debate levantado no post anterior sobre DRM em jogos para PC, leio hoje artigo no site do Globo comentando que o Spore, revolucionário jogo do criador de Simcity e The Sims, vem gerando insatisfação entre os usuários devido ao limite de instalações imposto pelo DRM. Como previ no post anterior, gamers querem fazer upgrades e trocar de PC, e de preferência podendo reinstalar seus jogos depois! E três instalações é muito pouco, ainda mais levando em conta que existem virus e problemas de hardware, entre outros, obrigando a reinstalar o sistema operacional. Depois de eliminadas as três instalações, é preciso ligar para a EA e mendigar uma nova chance. E aqui no Brasil, só tem número para São Paulo (11) …

No artigo do Globo lemos que a verificação do CD, que também é chata, embora não tão ruim, foi substituída pelo limite de 3 instalações. Segundo a EA: “Nós simplesmente mudamos o sistema de proteção de cópias que usava mídias físicas (que pedia autenticação sempre que você jogava, exigindo um CD no drive) para um método que usa uma autenticação única e online”. Ok, mas para isso não precisava limitar instalações! Uma dica para eles: STEAM. Sem CD e sem limite de instalações, autenticando pela Web. Não precisa nem inventar nada, basta imitar o site da Valve. O Steam, da Valve, é a melhor solução anti-pirataria que conheço, até agora.

Mais uma vez um título interessante e muito aguardado, o Spore, vem com este inconveniente do DRM limitador de instalações. Normalmente eu já teria comprado o Spore, legalmente, pagando R$ 100,00, no dia do lançamento, que foi 5 de setembro. Mas não o fiz, e nem sei se vou fazer. Vou aguardar para ver o quanto os demais usuários pensam como eu, e o que acontece a seguir.

Fonte:
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/09/15/internautas_criticam_politica_de_protecao_digital_do_spore-548223657.asp

Guild Wars no Linux e Wine

sexta-feira, julho 18th, 2008

Guild Wars é o primeiro jogo comercial para Windows que eu “homologo” pessoalmente no Linux. Não valem as versões nativas para Linux de jogos comerciais, como o Doom 3 e Unreal Tournament 2003/2004, que já instalei antes. Esse é uma aplicação Windows mesmo, rodando sobre o Wine. Eu já tinha notícia que o GW rodava no Linux/Wine, mas fazer com as próprias mãos e ver funcionando dá outra percepção do fato, além é claro de ter menos uma dependência do XP.

A configuração utilizada é uma máquina com Ubuntu 8.04, com placa de vídeo GeForce 7800, drive proprietário nVidia e Wine 1.0. O jogo roda sem perda de performance, e funcionalidade completa.

Meus próximos alvos são os jogos do Steam. Escolhi o Steam por eliminar a questão da verificação do CD/DVD. Quanto a isto, hoje em dia pelo que saiba a única solução é ir para o Cedega, que é pago, e por mensalidade. Há quem adote a prática de baixar cracks para o jogo. Além de a rigor ser ilegal, tem o problema mais prático de não ser confiável. Um crack pode conter vírus ou trojans. Quem faz um software, o crack, cuja finalidade principal é pirataria, não pode ser cobrado por nada. Além disso me revolta ter que instalar crack em um jogo que eu comprei legalmente. E por fim, o crack geralmente é incompatível com as últimas versões de patchs dos jogo. Por tudo isso tenho muita resistência a instalar crack, e nos últimos anos simplesmente não instalo. A solução de criar imagens do CD e montar me pareceu ótima por um tempo, mas agora me parece um “bacalhau”, um remendo.

Creio que cedo ou tarde alguém vai resolver a questão dos verificadores de drive ótico dos jogos no Linux. Mesmo jogando no Windows é inconveniente ter que ficar pegando o CD pra jogar.

Onze sinais de que você não é mais um jogador hard-core

domingo, maio 4th, 2008

O tempo passa e suas glorias de jogador estão ficando pra trás? Os reflexos já não são os mesmos? Chegar ao topo do ranking mundial não é mais uma prioridade? Podem ser sinais da idade. Será que este é o seu caso? O site Techradar publicou um artigo descrevendo os sinais de que alguém está entrando na “crise da meia idade de jogador”. Vou transcrever aqui a lista, mas o artigo completo (em inglês) é bem divertido e tem argumentos para cada um dos itens:

1) Você prefere jogar contra o computador
2) Você só joga quando a namorada não está em casa
3) Você acredita que ganhar não é tudo
4) Faz dias, e não horas, desde que você ligou seu console pela ultima vez
5) Você é a pessoa mais velha negociando jogos no GameStation
6) Você gosta igualmente do seu XBOX360 e do seu PS3
7) Você lembra com carinho da era de ouro dos jogos eletrônicos
8) Você evita de jogar no Wii porque é muito esforço
9) Sua experiência em FPS consiste em aparecer, correr e morrer… aparecer, correr e morrer…
10) Você acha a idéia de videogames baseados em jogos de tabuleiro
perfeitamente aceitável
11) Você comprou GTA IV em pré-venda mas não está preocupado se vai
chegar na data de lançamento

O artigo pode ser visto aqui . Vale a pena ler, só não comece a levar isto tão a sério…

Fonte: Techradar.com

TrackMania Nations Forever no Steam, e de graça

quarta-feira, abril 23rd, 2008

Um jogo de corrida de qualidade, consagrado pelo públicio e pela crítica, tem que custar uma fortuna? Não necessariamente. Experimente o TrackMania Nations Forever, disponível pelo Steam sem custos. Para baixar o jogo é necessário criar uma conta no Steam, caso não tenha ainda uma, o que também é gratuito.

O jogo não requer aprendizado de comandos e regras complexas, apenas quatro teclas controlam o carro (as setas), e opcionalmente mais 3 para mudar o ângulo da câmera, uma para restabelecer o carro e outra reiniciar a partida. A aparente simplicidade de interação no entanto não significa que o jogo seja simplório, muito pelo contrário: gráficos top, física de respeito e um acabamento excelente fazem do jogo uma experiência imperdível.
É possível jogar sozinho, em eventos pré-definidos, ou online, contra outros jogadores conectados. Em qualquer um dos casos ganham-se medalhas que alteram a colocação no ranking mundial e nacional, o que torna o jogo ainda mais envolvente.
A simplicidade de comandos também não elimina o desafio. É um jogo que consegue prender a atenção tanto dos iniciantes como dos experientes, pois se adapta a qualquer habilidade. O nível de dificuldade nas pistas definidas é crescente, desde as muito fáceis até as que requerem alguma adrenalina, e algumas das pistas são verdadeiros quebra-cabeças, envolvendo malabarismos que só depois de executados parecem possíveis.
Quem é fan de jogos de corridas, quem quer testar sua placa de vídeo até o limite ou ainda quem quer apenas passar alguns momentos relaxando com um jogo sem muito compromisso, o TM Nations é uma excelente opção. O jogo “free” provavelmente tem por finalidade promover outras versões do Trackmania, e talvez o serviço de jogos Steam. É necessária conexão Internet para se logar nos servidores do jogo, mesmo para jogar sozinho.

Fonte: http://steampowered.com/

O velho e bom Age of Empires – The Conquerors

quarta-feira, novembro 7th, 2007

Quem conhece a série do Age of Empires e é amante deste jogo, creiam ele ainda não morreu.
Em meados de 2006 se eu não me engano o servidor Zone anunciou o fim da parceria com a Microsoft/Ensemble, e de uma hora para outra os grandes fãs da série ficaram sem ter aquele lugar
especial para o encontro dos amigos e realizar grandes batalhas.
Eis que surge um site IGZones(International Games Zones) que ressuscitou o jogo e com as salas de bate papo iguais e como muitos dizem melhor que as do antigo Zone.
Quem é fã não pode deixar de conhecer este site.

Eles estarão promovendo um torneio de duplas on line de um dia na data de 11 de novembro, quem quiser se inscrever basta acessar os links abaixo:

Sign ups: http://igzones.info/forum/index.php?showtopic=68

Settings : http://igzones.info/forum/index.php?showtopic=10

Mais detalhes sobre o torneio acesse o site: http://www.igzones.com/

Bom divertimento !!!

Atualizado o guia do TWC para o patch 1.04, incluindo preview do TAD

segunda-feira, setembro 17th, 2007

Para quem não ainda conhece o guia do TWC, uma breve introdução: um jogador de Age 3: The Warchiefs e usuário do site Heavengames, conhecido por Cyclohexane, tomou a iniciativa de criar um guia com todas as informações relevantes sobre o jogo. Trata-se de um arquivo Excel incluindo também todas as estatísticas de unidades (por exemplo custo, hitpoints, ataque, armadura, etc). São o tipo de informações que vinham no manual do Age of Empires 2 (e da expansão Conquerors), mas que desde o AOM foram suprimidas pela ES. A Blizzard faz um site oficial completo com este tipo de dados para o Warcraft 3 Frozen Throne, atualizadas a cada patch. Mas a ES nada. Mas felizmente um usuário habilidoso, Cyclohexane, extraiu estes dados e os colocou de forma útil para toda a comunidade Ager.

Para visualizar o arquivo pode ser usado o Excel, ou o Excel Viewer (que normalmente pode ser baixado gratuitamente no site da Microsoft, ou ainda o Open Office, que é o que estou usando. São dezenas de planilhas diferentes no arquivo. As estatísticas de unidades são as últimas, para quem não esta familiarizado com planilhas, deve-se navegar com as setas para a direita, até o final. E já foram incluídas um preview com as unidades das civilizações do TAD, India, Japão e China. Realmente um show, que jogadores sérios de TWC não podem deixar de ver.

Download aqui (site da Heavengames).

Agora alguém pode se perguntar até que ponto o conhecimento dos dados individuais de cada unidade é importante para a vitória. Jogadores casuais provavelmente torcerão o nariz para estes detalhes. Particularmente, eu acho que é apenas um dos fatores para a vitória, e nem é talvez o mais importante. Mas deve-se ter em mente que alguns jogadores estudam estes dados, e que se bem utilizados estas informações podem realmente criar um diferencial (supondo um equilibrio nos demais fatores). Então cabe a cada um decidir se vale a pena investir tempo nisso.

Outro tipo de tabela presente é a de unidades e contra unidades (que por sinal tambén vinha no Age 2, e foi suprimida). Esta eu acredito que é praticamente obrigatória…

Fonte: Heavengames

Primeiras impressões sobre a Expansão do C&C3, Kane’s Wrath

quarta-feira, agosto 29th, 2007

Na semana passada falamos da versão jogável do Asian Dynasties na convenção GC 07, em Leipzig, Alemanha. De lá vem também as primeiras impressões sobre a próxima expansão do Command & Conquer 3, chamada Kane’s Wrath, ou a “Ira de Kane”, que deve ser lançada no início do ano que vem. E pelo que parece, o jogo vai ser “irado” (trocadilhos são um vicio). O jogo vai estar disponível em PC e em XBOX 360. Eu tenho uma certa curiosidade de saber como seria jogar RTS com gamepad (no 360). Imagino que deve ser muito ruim, e o que eu já li é que é realmente mais limitado. O melhor jeito de saber seria criar um serviço de jogo online único do C&C3 para as versões PC e 360. Se jogar de gamepad for realmente pior, vai ficar logo evidente… Por outro lado, não vejo qual a dificuldade de fazer jogos para consoles, como o 360, que utilizassem teclado e mouse, que poderiam ser plugados nas portas USB (imagino que o 360 as tenha, pois até o Playstation 2 possui duas!!!). RTS e FPS são duas modalidades que são muito melhores de jogar com a dupla teclado+mouse. A espera que alguém mais entendido em consoles do que eu me explique porque ainda não pensaram nisso.

Mas os jogadores de console sempre tem muitas vantagens também. No caso do Kane’s Wrath, por exemplo, os donos de xbox 360 vão comprar a expansão “stand alone”, ou seja, não precisam ter o jogo original. Os jogadores de PC precisarão ter os dois títulos, comprados separadamente, como sempre. Na tradição dos consoles, cada jogo é autosuficiente, mesmo porque faz relativamente pouco tempo que consoles tem HD (meu PS2 não tem, e nem sinto falta), e pelo que sei este só é usado para gravar savegames, dados dos jogadores e para cache, e não para instalar o jogo. Logo, não seria possível instalar um jogo original para depois instalar a expansão por cima. Talvez isso mude no futuro, o que vai anular uma das grandes vantagens dos consoles como plataforma de jogos. Na realidade cada vez vejo menos diferença entre PCs, consoles e home theaters, e creio que no futuro não será preciso ter os 3 equipamentos na sala: uma caixinha só resolverá tudo. Mas isso já sai um pouco do assunto da expansão …

Voltando ao CnC3, e ainda sobre jogabilidade, foi apresentada uma nova interface de seleção de unidades no CnC3. Aliás, essa interface já tinha sido “vazada” em uma foto pirata que rolou na INternet a alguns meses atrás, mas ninguém sabia se era verdade, e adivinhe, era! Olhando parece uma boa idéia selecionar as unidades naquele menu circular, mas sinceramente, só jogando pra saber.

O jogo também introduz o modo de conquista global. Pela descrição me pareceu com a campanha do Rise of Nations, em que se vai escolhendo os territórios a serem conquistados. Mas parece que as batalhas também manterão uma memória dos prédios e exercitos que forem construídos. As novidades continuam com mais unidades e o conceito de sub-facções, para acomodar diferentes estilos de jogo. Estas facções vão alterar as estatisticas das unidades para favorecer estratégias mais defensivas ou mais agressivas.

Fonte: Gamespot

Versão jogável do TAD na "2007 Leipzig Games Convention "

domingo, agosto 26th, 2007

Como divulgado no próprio site da ES, houve uma convenção de jogos na alemanha este mês, em Leipzig, e lá havia uma versão totalmente jogável do TAD – The Asian Dynasties, à disposição dos fans:

“The 2007 Leipzig Games Convention opens its doors to the public this weekend, where Age fans will be able to check out a full playable build of Age of Empires III: The Asian Dynasties! If you’re in the neighborhood, stop on by and get some hands on time with the upcoming expansion pack.”

Pois bem, um correspondente de um site alemão de Age 3 jogou, anotou tudo que podia, e publicou. O resultado esta neste site, com uma riqueza de detalhes impressionante. Quem vai querer ficar pra trás, e não saber como vai ser o jogo com antecedência? Veja por exemplo os dados sobre a unidade Rajput, da India:

“Rajput
100 Food 35 Holz 1 Pop 150 Hp 0,2 MR
18 MDam 3x vs Cav. 2,3x vs Light Infantry 20 Siegedamage
also im Prinzip der Pikenier der Inder, halte ich für ok, tötet Cav. recht gut, is halt net sooo gut gegen Gebäude

E parece que lá tem todas as units da India, China e Japão. Ah! Mas alguém aí notou que o texto está em alemão… Ok, os que dominam alemão podem ir direto no original. Para os demais, um rapaz do forum AoE3H fez o favor de traduzir tudinho para o inglês. Veja o post aqui. O trecho acima por exemplo fica:

Rajput
100 Food, 35 Wood, 1 pop, 150HP, 0,2MR
18 MDam 3x vs Cav. 2,3x vs Light Infantry
20 Siege damage
-Practically the pikeman of India, I think is ok, kills cav pretty well, is not so good vs buildings”

Que alívio hein? :-) Já dá pra ir fazendo as estratégias antes do jogo sair. E por sinal, se for pelos procedimentos normais da Microsoft, deve sair um demo jogável para download antes do jogo chegar às lojas. Comentários sobre as unidades? Alguma das 3 civs tá op? Postem!

Fontes: Agecommunity.com (ES), HeavenGames, AoE3.de

Resultado da final Nacional WCG2007

quarta-feira, agosto 22nd, 2007

Quem deu uma passadinha no Playcenter nos dias 18 e 19 não se arrependeu: o evento do encerramento da fase final nacional da Sansung WCG 2007 foi nota 10.
Uma galera super animada e, como não poderia deixar de ser, na hora do jogo muita adrenalina correndo a mil por hora e jogadores super nervosos. Mesmo para os que não conseguiram ir para a final mundial que acontecerá em Seatle, valeu pela participação, e não desanimem, ano que vem tem mais.

Lista dos vencedores
Classificados de Age of Empires III: The War Chiefs: Sk1pper (1º), Brim (2º) e Hammet (3º).
Classificados de Command and Conquer 3: Tiberium Wars: DeathGun (1º), Sapeca (2º), Bacon (3º)

Os jogos realizados estão disponíveis para dowload no site da http://www.rtsgames.com.br

Fonte: rtsgames”

Está rolando a final WCG 2007 em SP, no Playcenter

sábado, agosto 18th, 2007

Neste final de semana(18 e 19 de agosto) irá ocorrer o maior evento de jogos eletrônicos, o World Cyber Games(WCG). O evento será realizado no Playcenter e reunirá 168 jogadores que participaram das classificatórias regionais da etapa online. Para esta mega produção foi montado no Playcenter a arena Sansung WCG 2007, com espaço de 1500 m2 para o evento.

Quem quiser participar pode se inscrever no site oficial http://www.worldcybergames.com.br/index.php, para entrar gratuitamente no evento. O horário será das 10:00 as 22:00 hs, e contará com diversas atrações para entretenimento do público presente.

Fonte: GameVicio

Command and Conquer 3: Muitas novidades na semana!

quarta-feira, agosto 15th, 2007

A pouco tempo repassamos aqui no eXtremeRTS.com uma notícia do site oficial do jogo sobre uma “revolução” no CnC3. Pois bem, tratava-se de um programa de TV pela Web sobre o jogo, que pode ser acessado a partir daquele site. No meu post eu havia cogitado que seria o lançamento de uma expansão. E não é que, poucos dias depois, eles anunciam uma? “Command & Conquer 3: Kane’s Wrath” vai ser a próxima expansão do C&C3.

No primeiro episódio da tal TV, chamada “Battlecast Primetime”, o APOC anuncia também o patch 1.07, com balanceamentos, correções de bugs, eliminação de cheats, ferramentas para modders.. por sinal a tal TV vale a pena, o programa é muito bem produzido, um verdadeiro show, com muita informação. Só não consegui terminar de assistir porque o Windows resolveu baixar atualizações, e detonou minha conexão … mas eu ainda vou voltar lá. O episódio I pode ser obtido AQUI.

Pode ser assistido por streaming e também existem links para download dos arquivos WMV, em quatro partes, para quem tem conexão ruim, ou arruinada temporariamente pelo Windows Update … :-)
Fique com o anúncio da expansão:

“COMMAND & CONQUER 3 KANES WRATH EXPANSION PACK ANNOUNCED! It wouldn’t be a proper launch without the announcement of something even bigger: Command & Conquer™ 3 Tiberium Wars first expansion pack, Command & Conquer™ 3 Kane’s Wrath! Bridging the storied timelines between Command & Conquer Firestorm™ and Command & Conquer 3 Tiberium Wars, the expansion pack will provide a brand-new single-player campaign centered around Kane told in a brand new Global Domination Metagame, new sub-factions and additional units to GDI, Nod, and the Scrin, brand new multiplayer maps, and much more.
To celebrate the expansion pack announcement, we have released a new Command & Conquer 3 Kane’s Wrath exclusive wallpaper for newsletter subscribers featuring one of the new units, “The Awakened.”

Fonte: EA

Classificação para o WCG 2007 em Age 3 TWC

domingo, agosto 12th, 2007

Foi publicada no site do Terra, que está fazendo a cubertura das finais nacionais do WGC 2007, a lista dos finalistas online na modalidade Age of Empires 3: The Warchiefs. Veja a lista:

Age of Empires: The WarChiefs
Igor Gabriel Barbosa Thiesen – “DarkIlusioN”, 19 anos – Florianópolis (SC)
Mateus Teixeira de Souza – “Et3rn1ty”, 19 anos – Belo Horizonte (MG)
Leonardo Rakesh de Oliveira Braga – “NadoZ”, 23 anos – Juiz de Fora (MG)
Bráulio Fernandes de Queiroz – “Brim”, 22 anos – Belo Horizonte (MG)
Breno Fernandes de Queiroz – “Sk1pper”, 19 anos – Belo Horizonte (MG)
Udelson Baruffi Junior – “Lego”, 18 anos – Joinville (SC)
Allexis Tsuda – “Hammet”, 20 anos – São Paulo (SP)
Felipe Utino Sartori – “monsterdog”, 17 anos – Praia Grande (SP)”

A maioria nomes já conhecidos na comunidade Age BR. Logo abaixo temos também a classificação do C&C 3: Tiberium Wars:

“Command & Conquer 3: Tiberium Wars
WarsMarcel Moreira Viriato – “Comando_Bacon”, 20 anos – Brasília (DF)
Vitor Martins Peralva – “RtK-VsfPeRaLvA”, 16 anos – Valinhos (SP)
Rafael Monteiro Dourado – “ChampionBR”, 16 anos – Valinhos (SP)
Marco Antonio de O. Floriano – “Banisher”, 20 anos – Cruzeiro (SP)
Gregório Xavier Marinheiro da Costa – “DeathGun”, 23 anos – João Pessoa (PB)
João Paulo G. de Oliveira – “BR_Sasori”, 17 anos – Duque de Caxias (RJ)
Stefan Klaus Wolter – “Sapeca”, 24 anos – Curitiba (PR)
Thiago Alexandre dos Santos – “Thiagoxeon”, 22 anos – São Paulo (SP) “

Fonte: Terra
Site do WCG Brasil: http://worldcybergames.com.br/