Posts Tagged ‘pc games’

Asian Dynasties, TAD, recebe patch 1.03

sábado, junho 12th, 2010

O Age of Empires III – The Asian Dynasties recebeu este mês mais um patch, o 1.03. Parece que não há alterações de balanceamento. O objetivo deste patch é compatibilizar com a versão de download direto. Mas há dois pontos interessantes nele. Um é que finalmente permite jogar sem o CD! E o outro é justamente a tendência dos jogos recebidos diretamente pela Internet. A Microsoft agora também tem sua lojinha online para download direto.

E a mídia ótica, CD ou DVD, finalmente vai morrendo… parte dos RTS principais já são disponíveis sem CD/DVD. O Stracraft, se fizer o download pelo battle.net, o Warcraft III, depois do patch ou pela bnet também, Company of  Heroes, Warhammer 40K, e agora, o Age 3.  O patch é baixado automáticamente pelo jogo, na conexão com o ESO, ou por download manual, pelo site oficial: http://www.ensemblestudios.com/

Need For Speed Shift: o recomeço

sexta-feira, abril 23rd, 2010

Começei ontem, já com atraso, a jogar o Need for Speed Shift. Mais ou menos coincide com a compra (finalmente) de um volante decente, da Logitech (o Racing MOMO), e o Shift, por ser mais realista que os títulos antecessores da série NFS, pede um volante. Comprei o volante por causa do jogo ou o jogo por causa do volante? É difícil dizer, então fica melhor considerar os dois um pacote. A propósito, o volante vai bem nos jogos anteriores da franquia NFS também. Já testei no Most Wanted, no ProStreet e no Undercover, em todos com ótimo resultado, mas é no ProStreet e no Shift que ele se mostra realmente necessário. De fato, um dos motivos de demorar a começar estes dois jogos foi justamente a falta de um volante que prestasse. Uma dica: não economize demais no volante, pois a economia sai caro. Antes deste Logitech tentei um Leadership Gamer, que não deu nem pra começar, um gasto inútil. Outra dica, os pedais são imprescindíveis.

O “recomeço” do título deste post tem dois sentidos. Um é o meu próprio recomeço em jogos de corrida depois de várias anos quase parado. O outro é o recomeço da franquia NFS. No Shift mudou a desenvolvedora, que antes era a própria EA e agora é a Slightly Mad. E muda a proposta para algo mais voltado para simulador que arcade. No fundo estes elementos já apareciam no ProStreet, que acabou não sendo o sucesso que a EA esperava. Mas a proposta é mais ou menos a mesma, só que indo mais adiante no realismo. O fato é que ainda é possível sim escolher o modo “CASUAL”  no Shift e pilotar no teclado ou no gamepad. Mas sinceramente, eu acho isso um desperdício de tempo e dinheiro, pois acaba com o desafio principal do jogo, que é a dificuldade de pilotar sob as condições físicas da pista e do carro. Para quem prefere jogar assim é melhor continuar enfrentando a polícia ou fazendo customizações sem fim em algum título anterior da série NFS. Que aliás vem sempre alternando entre arcade e simulação, em maior ou menor grau.

Lembro o  primeiro  NFS  que comprei, o “Road Challenge”, que lá fora se chamava “High Stakes”. Ele era bem mais realista do que o que veio depois, com danos, foco em corridas e não em perseguições da polícia, com paisagens com muitos detalhes e profundidade, efeitos de luzes, de chuva, folhas e fumaça perfeitos. Eu estaria jogando ele até hoje, mas com um upgrade de placa de vídeo perdi toda essa perfeição gráfica. O jogo era fortemente amarrado nas bibliotecas “glide” das placas Voodoo, da extinta 3dfx. Quando troquei para a placa ATI o jogo ficou um lixo, embora esta tivesse muito mais poder de processamento. Acabei doando ele a outra pessoa, que por sinal tinha uma placa Voodoo. E mais, (pelo menos a versão que eu comprei)  só funcionava até o Windows 98 SE, no Windows XP nem com modo de compatibilidade. Não houve nenhum update do jogo para o XP ou para as placas ATI e nVidia. Hoje eu vejo o Road Challenge (High Stakes) sendo vendido em um pack com coleção NFS, mas será que eles resolveram esses dois problemas?

O título que eu joguei a seguir (pulando alguns) foi justamente o Underground, com foco em customização e tuning. O Underground 2 foi uma continuação do anterior,  mais ou menos a mesma proposta, com a grande diferença do mundo aberto. Aqui o realismo chega no mínimo em todos os aspectos: customizações desnecessárias e/ou bizarras e pilotagem sem compromisso com danos no carro ou manobras bem feitas. Tudo se resolvia com o botão de nitro e a seta pra cima pressionada sempre, e o desafio do jogo era muito baixo. Dizendo assim parece uma crítica, mas o fato é que eu me diverti muito com esses dois jogos na época, embora hoje não faça mais tanto sentido. O título seguinte, Most Wanted, retoma as perseguições de polícia de uma forma que eu acho até exagerada. A customização ganha uma razão de ser, se esconder da polícia. Tudo acaba girando em torno disso, o que as vezes se torna muito cansativo e frustrante. A parte gráfica investe no realismo, mas a pilotagem não. A seguir temos o “Carbon”, que tenta uma volta às corridas noturnas, mas com poucas novidades, e acabou ficando bem inferior ao anterior em receptividade. O toque de realismo aqui é a divisão em três classes de carros, tuner, muscle e exotic, com comportamentos bem distintos. Agora pilotar um muscle car como um Mustang antigo dava muito mais trabalho.

A mudança mais radical vem com o ProStreet. Não foi sucesso de público nem de crítica. Mas na minha opinião, houve vários méritos nesse jogo. Me arriscando a ser linchado, talvez seja um dos melhores NFS pré-Shift, ao lado do Most Wanted, cada um no seu estilo. Mas reconheço que ele é tão diferente dos anteriores que os fans do estilo anterior, dificilmente iriam gostar dele. É bem verdade que alguns erros de jogabilidade do ProStreet acabaram por abalar a reputação do jogo. Já comprei o ProStreet muito tempo depois de lançado (na promoção … por causa daquele período parado), e por isso vejo ele de forma fria e crítica, e ainda assim digo, não era tão ruim. O site Gamespot dá 6,5 (em 10) a ele, e eu daria 7 ou talvez mais, levando em conta a diferença relativa com outros jogos. O Underground levou 8 neste mesmo site, o Underground 2 ficou com 7,4, e considero ambos bem piorzinhos que o Prostreet (o Most Wanted teve 8,4).

A seguir temos o “Undercover” que é quase um pedido de desculpas aos público, retornando ao modelo do Most Wanted. De novo posso até ser linchado, mas achei o Undercover melhor que o Most Wanted, por um motivo que comentei antes: menos polícia!  Aqui temos mais equilibrio entre corridas e polícia, foi inserido o sistema de danos e o mapa aberto está maior do que nunca. O ponto fraco do jogo é o enredo, muito bobo, que não prende a atenção mesmo com as cutscenes filmadas com atores reais.  Serve apenas para justificar as infrações de trânsito cometidas, agora em nome da lei. Não deixa de ser uma referência ao personagem infiltrado do Velozes e Furiosos também. E mais uma vez, desde o Underground 1, temos aquela vasta cidade fantasma, sem um único pedestre. Imagino que isso se deva a evitar qualquer situação de atropelamento, que levaria o NFS a se tornar um jogo sangrento, com as conseqüentes restrições e tentativas de censura. Evitaram a polêmica, mas o jogo fica estranho, e a meu ver cada vez mais, a cada edição em que a “cidade fantasma” se repete. Ou seja, é mais uma solução que se desgastou com o tempo. Aliás, jogos como o ProStreet e o Shift não sofrem este inconveniente, pois ninguém é maluco de ficar passeando desntro de pistas de corrida. Mesmo no High Stakes não parecia tão estranho, pois os cenários eram fora do perímetro urbano, onde normalmente há muito menos gente andando.

Apesar disso, no momento o Undercover  é a minha escolha preferencial de jogo de corrida para mundo aberto e o Shift para simulador em pistas. E como opções secundárias o Most Wanted e o ProStreet, apenas para variar. Para o futuro da franquia NFS, o Shift ainda não tem sucessor na área de simulação, mas os jogos em mundo aberto poderão ser muito bem substituídos pelo NFS World Online, uma espécie de MMO de corrida, ainda a ser lançado.

Relendo este post para revisar noto que tenho muita experiência em NFS, mas pouca em jogos de corrida em geral, e menos ainda em simulação. Agora, finalmente de posse do meu volante, talvez me aventure em outros jogos dentro do segmento simulação. Alguém teria alguma sugestão de título para começar?

Open beta do Command and Conquer 4 está disponível

segunda-feira, fevereiro 1st, 2010

CnC4PublicBetaGamespot

O período open beta do ‘Command and Conquer 4: Tiberium Twilight’ já começou. Para ter acesso, é preciso estar cadastrado no serviço Gamespot (muita gente já está, já que ele é uma das formas mais fáceis de obter patches, depois que eles agregaram o site 3dgamers).   Este é o link para acesso direto ao beta. O C&C4 promete ser o capítulo final do segmento Tiberium do C&C e da saga do Kane.